Mulheres, a primeira vítima do capitalismo
“Somos as filhas das bruxas que vocês não conseguiram matar”, escreveram algumas mulheres nos muros de cidades brasileiras, durante a primavera feminista. Talvez por isso a vinda da historiadora feminista italiana Silvia Federici ao Brasil, na semana passada, para lançar Calibã e a Bruxa – Mulheres, corpo e acumulação primitiva, atraiu em torno de si e de seu livro centenas de jovens, no centro e na periferia do Rio de Janeiro e São Paulo. Uma semana de celebração para o movimento feminista brasileiro, que ao mesmo tempo recebia na Bahia a norte-americana Angela Davis para um curso sobre feminismo negro, no Recôncavo Baiano. Alás!
Padres pedófilos: crueldade jornalística ou vitimismo institucional?
“Aconselho os jornalistas vaticanos a lerem melhor o relatório do advogado Weber: nele, encontrarão a descrição de criancinhas agredidas com punhos na cara, ou forçadas a engolir o próprio vômito, ou espancadas selvagemente com paus e marretas, enfiadas debaixo de duchas ferventes ou gélidas, e tantas outras ações do gênero. Os crimes não são cometidos apenas na cama, quando há sexo no meio, como talvez pensem algumas pessoas de bem.”