Uma nova ordem internacional?

Todos os dirigentes contemporâneos, de Bush a Merkel e a Obama, figurarão na História como a mais medíocre e desacreditada geração de líderes desde o pós-guerra.   Carlos Blanco de Morais  – 31 de Dezembro de 2016, 1:50 “Três eixos estratégicos marcaram este tempo de vésperas:  i) a progressão da NATO na área de influência russa, desintegrando o espaço sérvio, “filiando” os Estados bálticos e preparando a inclusão da Geórgia, Ucrânia e Moldávia; ii) o intervencionismo militar unilateral no mundo islâmico, marcado pelas invasões do Afeganistão e Iraque e pela ingerência na Líbia e Síria, sob a égide do discurso do combate ao terrorismo, derrube de déspotas e apoio à democracia no contexto das “primaveras árabes”; iii) e estímulo a uma ordem económica e financeira global, gerida entre grandes potências e blocos regionais.”

O segredo de Francisco: tempo para o ócio silente

Deixo aqui os meus melhores votos para o novo ano, desejando a todos saúde, paz, realizações felicitantes e também o que me parece de suprema urgência: ao longo do ano todo, algum tempo para o ócio silente. Anselmo Borges – 31/12/2016 O Papa Francisco, que, neste nosso mundo global, talvez seja o líder político-moral mais amado e é um dos mais influentes, levanta-se muito cedo todas as manhãs. Para quê? Para, no ócio silente e criador, antes de todas as suas tarefas, poder rezar, contemplar, encontrar-se consigo no mais profundo de si, lá onde se encontra com o mistério da Presença enquanto Fonte, Deus. Este é o seu segredo: “Entrar no mistério significa capacidade de assombro, de contemplação; capacidade de escutar o silêncio e sentir e ouvir o sussurro desse fio de silêncio sonoro no qual Deus nos fala.”

O Brasil pode ter em breve padres casados

Christa Pongratz-Lippit – 30/12/2016 Tradução: Orlando Almeida O Papa Francisco poderá atender brevemente o pedido especial dos bispos brasileiros de permitir que padres casados ​​retomem o seu ministério sacerdotal, disse o teólogo da libertação Leonardo Boff numa entrevista ao jornal alemão Kölner Stadt-Anzeiger, em 25 de dezembro.