Um Congresso em xeque decidindo o destino das próximas décadas

  Já sabemos quem escapará das degolas. É um triste clichê: se salva quem tiver força para lutar por seus interesses, escreve   Flavia Marreiro, por El País, 13-12-2106 “O Congresso aprovou a maior e mais profunda mudança no regime fiscal brasileiro desde a Constituição de 1988. A pretensão é, de fato, de um Governo que, sem a legitimidade das urnas, se crê permanente, aliado a um Congresso desconectado e que parece, pela primeira vez em anos, nem sequer preocupado com sua sobrevivência eleitoral nas disputas futuras.”