A penitência católica pela eleição de Trump: «52% dos católicos votaram Trump (contra 45% que escolheu Hillary).»
António Marujo, 25 de novembro de 2016 Deve a Igreja Católica, nomeadamente nos Estados Unidos, penitenciar-se também pela eleição do novo presidente? Há dias, o Papa Francisco gravou uma mensagem aos bispos dos EUA, por ocasião da sua assembleia plenária, dizendo-lhes que o grande desafio do catolicismo “é criar uma cultura do encontro, que encoraje os indivíduos e os grupos a compartilhar a riqueza das suas tradições e experiências, a abater muros e a construir pontes”.
Papa Francisco encontrou-se com Stephen Hawking
Rui Jorge Martins Foto: Papa Francisco e Stephen Hawking “Na modernidade, crescemos a pensar que éramos os proprietários e os donos da natureza, autorizados a saqueá-la sem qualquer consideração das suas potencialidades secretas e leis evolutivas, como se se tratasse de um material inerte à nossa disposição, produzindo, entre outras consequências, uma gravíssima perda de biodiversidade.”
CNBB emite nota contra o aborto diante da decisão do STF
Os bispos conclamam as comunidades a se manifestarem publicamente em defesa da vida Quinta, 01 Dezembro 2016 16:34 Nesta quinta-feira a presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) apresenta nota oficial na qual reafirma a posição da Igreja de “defesa da integralidade, inviolabilidade e dignidade da vida humana, desde a sua concepção até a morte natural”. Os bispos reafirmam também “incondicional posição em defesa da vida humana, condenando toda e qualquer tentativa de liberação e descriminalização da prática do aborto. Conclamamos nossas comunidades a rezarem e a se manifestarem publicamente em defesa da vida humana, desde a sua concepção”.
Esses deputados que votam o que querem, de madrugada, de costas para um povo de luto
As dez medidas contra a corrupção, nas quais as pessoas depositavam tantas esperanças para purificar a política, foram deformadas Juan Arias – 30 NOV 2016 Foto: O plenário da Câmara nesta terça-feira “A votação desta madrugada no Congresso, considerada nas redes sociais como uma “bofetada nas pessoas”, terá agora que ser ratificada pelo Senado. Será outro teste para avaliar o grau de respeito que o Senado da República manifestará pela opinião pública. A última palavra terá o presidente Temer, se também o Senado ratificar o texto, já que ele tem poder de veto. Será outro teste importante para saber se é verdade, como disse Temer dias atrás, dirigindo-se à nação, que antes de mais nada os governantes precisam “escutar a voz da rua”.