Fora do estudo não há salvação
Frei Bento Domingues O.P. – 31/07/2016 Consciente de que a graça não substitui a natureza, pelo contrário, exige a mobilização de todos os seus recursos cognitivos e afetivos, foi o próprio S. Domingos que, em 1217, dispersou os primeiros companheiros para estudar, pregar e criar comunidade, preferindo, para esse efeito, os centros universitários de Paris e Bolonha.
As obras de misericórdia (2)
Anselmo Borges – 30 de julho 2016 No “Ano da Misericórdia”, aí estão, com Xabier Pikaza, as obras de misericórdia. São catorze: sete corporais e sete espirituais. Vinculam a justiça e o coração: a misericórdia não pode esquecer a justiça, mas a justiça tem de ser mobilizada pela misericórdia. Para sermos humanos.
Polônia, a viagem mais difícil de Francisco. Artigo de Alberto Melloni
“O coração doente da Europa doente espera ser curado: não por um homem santo ou pela experiência de massa, mas por um “exorcismo consolador” que liberte a Igreja e a Europa do demônio que lhe faz ver os refugiados que fogem da guerra, e não a guerra, como um problema; que lhe impede de lutar contra a guerra como inimigo com a mesma dureza com que o terrorismo islamista ataca a paz e a socialidade simples da paz.” A opinião é do historiador italiano Alberto Melloni, professor da Universidade de Modena-Reggio Emilia e diretor da Fundação de Ciências Religiosas João XXIII, de Bolonha. Artigo eml La Repubblica, 28-07-2016