Papa Francisco e os “golpes de Estado brancos” na América Latina
Luis Badilla – 07/06/2016 No dia 19 de maio passado, o Papa Francisco teve uma longa conversa com os membros da presidência do Celam (Conselho Episcopal Latino-Americano). Os interlocutores do pontífice eram seis eclesiásticos: o cardeal Rubén Salazar Gómez, arcebispo de Bogotá, presidente; Dom Carlos Collazzi, bispo de Mercedes, Uruguai, primeiro vice-presidente; Dom José Belisário da Silva, arcebispo de São Luís do Maranhão (Brasil), segundo vice-presidente; cardeal José Luis Lacunza Maestrojuan, bispo de David, Panamá, presidente do Conselho para os Assuntos Econômicos; Dom Juan Espinoza Jiménez, bispo auxiliar de Morelia, México, secretário geral; e o padre Leonidas Ortiz, diocese de Garzón, Colômbia, secretário-adjunto.
Senegal: um sacerdote “apaixonado” pelo Alcorão e pelo diálogo
“Uma longa e clara túnica, o tradicional gorro senegalês de lã branca e negra na cabeça: enquanto caminhava rapidamente pelas ruas de Dakar, apesar da idade (oficialmente nascido em 1934), Jacques Seck pode ser facilmente confundido com um fiel de uma das várias irmandades islâmicas locais. E somente quando os rapazes sentados em frente à Catedral da cidade saúdam este homem magro com a palavra “pai” podemos perceber que, na realidade, é um padre católico”