Organizações ecumênicas se manifestam sobre a conjuntura brasileira
O Fórum Ecumênico ACT-Brasil (FEACT) denuncia para parceiros ecumênicos internacionais a ruptura democrática ocorrida no Brasil. Em sua carta, o FEACT destaca pontos que considera preocupantes na conjuntura política brasileira atual. O documento afirma que, desde 2013, com as mobilizações de rua, o Brasil passou a viver um processo de desestabilização democrática. “Inicialmente, estas mobilizações foram resultado da ação organizada do movimento estudantil pelo passe livre. No entanto, gradativamente, elas foram se transformando.
Golpe no Brasil: a conexão internacional
Como fundações norte-americanas financiaram grupos como o MBL, que dizem agir “pelo bem do Brasil”. Os encontros de Aloysio Nunes em Washington, e a visita de Temer ao cônsul geral dos EUA – Por: Pedro Marin Foto: Thomas Shannon, com quem senador Aloysio se encontrou nos USA logo após o impeachment na Câmara. “Fundada em 1981 com objetivo de “promover políticas econômicas do livre mercado pelo mundo”, a Atlas é um think-tank que financia declaradamente as atividades da direita em mais de 90 países. Com um orçamento anual de US$ 11,5 milhões, ela atua patrocinando a formação de quadros neoliberais. Como a legislação dos EUA impede que essas entidades financiem agitações políticas mundo afora, cada movimento é amparado por “institutos de formação”, que estão liberados para receber os recursos.”
Papa Francisco critica «sanguessugas» que vivem à conta da «exploração» dos trabalhadores
Rui Jorge Martins – 19.05.2016 «Nós pensávamos que os escravos já não existiam: mas existem. As pessoas não os vão apanhar em África para os vender na América. Mas existem nas nossas cidades» «“Quero trabalhar.” “Muito bem: faço-te um contrato. De setembro a junho.” Sem possibilidade de Segurança Social. Em junho suspendem o trabalho, e em julho e agosto tens de comerçar. E em setembro voltam a dar-te trabalho. Aqueles que fazem isto são verdadeiras sanguessugas e vivem das sangrias do sangue das pessoas que tornam escravos do trabalho», declarou Francisco.