“Francisco, um grande profeta. Mas pouca coragem no governo da Igreja”

Entrevista com Vito Mancuso Tiziana Testa – 13 de março de 2016 A simples túnica branca com que se aproxima do balcão de São Pedro. A saudação – ‘buona sera’ – à multidão reunida na praça. A escolha do nome. A renúncia ao apartamento no Palácio Apostólico. Em poucas horas, há três anos, Francisco ‘sacudiu’ o mundo com gestos que apareceram como revolucionários. Muitos saúdam a nova rota como um feliz encontro entre a Igreja e a modernidade, seguindo a trilha aberta pelo Concílio.Três anos depois, o que resta daquelas expectativas?

Em busca de um pouco de luz [1]

Roque Zimmermann “… de maneira nenhuma advogamos inocência absoluta do PT e de muitos dos seus dirigentes. Reconhecemos que houve muitos e graves erros que precisam ser investigados e, eventualmente, punidos.  Entretanto, condenar lideranças petistas e jogar na lata de lixo a todos os petistas, em geral,  simplesmente por terem assumido práticas costumeiras do histórico de todos os partido brasileiros é inaceitável.”

Liderança perigosa

Pablo Ortellado –  14 de março de 2016  “Tudo indica que a maioria dos manifestantes que pede o impeachment é a favor de nosso sistema constitucional de direitos. Essa não é, porém, a impressão que temos ao acompanhar os protestos”, escreve Pablo Ortellado, professor do curso de gestão de políticas públicas da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da USP, em artigo publicado no jornal Folha de S. Paulo, 14-03-2016.