Trabalho escravo no Brasil: os riscos de passar de vitrine a vidraça

“As formas modernas, contemporâneas de escravidão não são somente um atentado à liberdade, mas levam à degradação da pessoa, transformando-a em uma ‘coisa’”, afirma frei dominicano. Foto: sohistoria.com.br  Entrevista de Xavier Plassat – 5/03/2016 Quase 20 anos depois de terem sido iniciados os trâmites para o julgamento do Estado brasileiro na Corte Interamericana de Direitos Humanos – CIDH, por conta da sua omissão em relação às denúncias de trabalho escravo no Brasil desde o final da década de 1980, o caso foi novamente julgado na CIDH, na Costa Rica, nos dias 18 e 19 de fevereiro deste ano. Entre os representantes da Comissão Pastoral da Terra – CPT e do Centro pela Justiça e o Direito Internacional – CEJIL, os peticionários da ação, esteve presente na audiência Frei Xavier Plassat, que há mais de 30 anos denuncia casos de trabalho escravo no Brasil.

O cardeal Pell admite que a Igreja australiana encobriu casos de pederastia. As vítimas exigem sua renúncia e pedem uma reunião com o Papa Francisco

André Langer – 3 de março de 2016  “Admito que deveria ter feito mais”. Esta foi a lacônica resposta do cardeal George Pell, atual responsável pelas finanças do Vaticano, durante o seu comparecimento – no terceiro dia – à Comissão do Governo australiano para responder às acusações de acobertamento de abusos sexuais contra menores na Igreja daquele país.