Vaticano teme um complô para derrubar credibilidade do Papa Francisco
Cidade do Vaticano, Vaticano – Os rumores de que o Papa teria um tumor cerebral benigno levanta suspeitas sobre um complô destinado a desacreditar o pontífice, poucos dias antes do fim do sínodo dobre a família. “O momento escolhido revela a intenção manipuladora do tumulto que foi causado”, comentou o jornal do Vaticano, l’Osservatore Romano, sobre um artigo do Quotidiano Nazionale, no qual se afirma que o Papa teria um tumor cerebral benigno.
Todos os inimigos do papa
Eles o chamam de “papa argentino” para desacreditá-lo. Para marcar a distância cultural e ideológica entre elas e ele. São cardeais da Cúria e bispos, é claro, mas que também têm por trás de si grupos de poder e de pressão específicos, agrupamentos que, desde o dia 13 de março de 2013, se sentem impacientes com o magistério social do pontífice. Nessa terça-feira, o padre Federico Lombardi minimizou o porte deflagrador da carta dos cardeais enviada a Francisco e publicada pela revista L’Espresso. “Quem, a uma distância de dias, publicou a carta cometeu um ato de perturbação não pretendido pelos ‘signatários’, ao menos por alguns dos mais respeitados”, disse o porta-voz vaticano. Que também pediu para “não se deixar condicionar”, já que a ação de perturbação é movida por segundas intenções.
Por que estudar os ricos?
Afinal de contas, em um país com tantos pobres, tantos desafios a se superar, por que estudar os ricos? Essa provocação em tom de autojustificativa estabeleceu o fio condutor da conferência de Antônio Albano de Freitas no Instituto Humanitas Unisinos – IHU. “É preciso não olhar somente para a parte debaixo da pirâmide. Quando observamos as pessoas que estão no topo, percebemos que há um discurso fácil sobre as virtudes morais dos ricos, mas a realidade não é bem assim”, critica o palestrante.