O Vaticano desmente que o Santo Padre tenha problema de saúde
Um jornal italiano publicou uma notícia que garantia que Francisco tem uma mancha escura no cérebro, mas que não precisava de uma cirurgia
“Nenhuma mudança de doutrina, mas tampouco um sínodo ‘cosmético’, superficial”
Reinou o bom humor na coletiva desta segunda-feira sobre os trabalhos do sínodo. O padre Lombardi começou dizendo que vai sentir a falta dos jornalistas que acompanham as conferências de imprensa diárias no Vaticano e dom Fouad Twal, patriarca latino de Jerusalém, observou que, no início da terceira semana, “já se sente um pouco de cansaço”. O australiano dom Mark Benedict Coleridge, arcebispo de Brisbane, completou dizendo que “algumas pessoas no meu país acham que viemos a Roma de férias, mas estamos trabalhando ‘um monte’”. E dom Enrico Solmi, que é bispo de Parma, se apresentou como o “bispo do parmesão e do presunto”, produtos típicos daquela cidade.
Bergoglio sob ataque, e Pell à frente da rebelião
Assim é definido no Vaticano: um curto-circuito. Alguma coisa deixou de funcionar, alguns se insurgem. Nada de inesperado para Jorge Mario Bergoglio. Além do mistério de uma carta contra o método sinodal do Papa Francisco que não é mais um mistério (ela existe) e da discordância que não é mais velada nem mesmo suposta, eis a flagrante ruptura entre a Igreja do Papa Francisco e a Igreja dos reacionários. O Sínodo veste hábitos seculares, parece um lugar sagrado profanado mais por uma disputa de poder do que por uma questão doutrinal.