A Igreja com que Francisco sonha
“De uma Igreja encerrada na sacristia a uma Igreja acidentada por sair à rua”. Claro que a uma Igreja que sai à rua pode acontecer o que acontece a qualquer um: um acidente. “Mas quero dizer francamente: prefiro mil vezes uma Igreja acidentada a uma Igreja doente. A doença maior da Igreja fechada é a doença autorreferencial: ver-se a si mesma, curvada sobre si própria.” Daí, a tarefa constitutiva da “missionariedade”, do ecumenismo e do diálogo inter-religioso.
Novos olhares sobre o casamento
Jesus de Nazaré rejeita apenas a família como um mundo fechado, esquecida do nosso parentesco universal. Nos séculos I-III, o casamento era uma questão terrena que se procurava viver em espírito cristão: casava-se no “Senhor”, sem cerimónias próprias. Os cristãos casavam-se como os não cristãos: uns, segundo os ditames do Direito Romano, outros conforme os costumes locais (o direito consuetudinário). O grande cuidado a ter era com os ritos e sacrifícios pagãos que estivessem em contradição com a mensagem cristã.
Guardar a criação inteira. Editorial da revista La Civiltà Cattolica
Segunda, 15 de junho de 2015 O empenho do Papa Francisco nos impulsiona a uma espiritualidade ecológica, a uma vida espiritual e sacramental que não seja alheia ao fato de que habitamos a criação. Publicamos aqui o editorial da última edição da revista dos jesuítas italianos La Civiltà Cattolica, n. 3960/2015, sobre a próxima encíclica do Papa Francisco. A tradução é de Moisés Sbardelotto.
Laudato Si’. Jornalista italiano é desacreditado junto à Sala de Imprensa do Vaticano
Nota do Editor Infelizmente, nem todos os jornalistas, mesmo os credenciados no Vaticano, são sérios. E os “corvos”, não estão só dentro da cúria romana… É triste um jornalista desse porte e dessa idade faltar com o mínimo de ética jornalística e, não se sabe ainda a serviço de quem, faltar com o sério compromisso do “embargo”. De Sandro, eu e muitos sempre soubemos que representava a ala conservadora, a que não aceita o modo de ser papa de Francisco. Tudo bem: é a legítima e sadia liberdade de pensamento e de expressão Mas daí a fazer um papel desses, vai a Ética. Ou, pelo menos a Estética: ficou muito feio. João Tavares