Náufragos da modernidade líquida
Frei Betto – 02.06.2015 “Náufragos da modernidade líquida, há uma luta a se travar no que se refere à subjetividade: deixar-se devorar pelas garras do polvo tecnológico, que nos cerca por todos os lados, ou ousar exercer domínio sobre o tempo pessoal e reservar algumas horas à meditação, à oração, ao estudo, às amizades e à ociosidade amorosa. Há que decidir!”
‘Para que o gênio feminino seja reconhecido, deve ser ouvido’
Porquê a paridade tem que significar que a mulher seja parecida com o homem e não ao contrário? Entrevista com Maria Giovanna Ruggieri, presidente da União Mundial das Organizações Femininas Católicas, sobre o Congresso dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Por Rocío Lancho García, Roma, 05 de junho de 2015 (ZENIT.org)