Ajuste, política e religião
O ajuste fiscal não é uma iniciativa do terreno da economia. É obra profundamente política, com pitadas de religião. “A economia necessitava, no final do ano, de uma alternativa perfeitamente viável. Uma redução drástica nas taxas de juros, que diminuiria o déficit e realinharia o câmbio para patamares razoáveis”, escreve Gilberto Maringoni, professor de Relações Internacionais da UFABC, em artigo publicado por Carta Capital, 13-05-2015.
A crise atual deve ter alguma saída
Leonardo Boff – 14 de maio de 2015 “Não sairemos da crise nem desfaremos os conchavos golpistas sem uma reforma política, tributária e agrária. Caso contrário a democracia será manca e caolha”