A disputa política é movida pelo terreno difuso das emoções

“Há uma insatisfação indefinida, uma inclinação genérica contra as instituições, as pessoas querem que as instituições funcionem. É isso que está resgatando as jornadas de junho de 2013, e os manifestantes estão encontrando em Marina esta saída”, avalia o sociólogo.  De acordo com Baía, o programa de Marina é mais detalhado do que o dos demais candidatos, mas “o eleitor não está levando em conta nenhum tipo de proposta, nem para aceitar nem para rejeitar; (…) 80% do eleitorado trabalha na emoção, porque o que move é a emoção, o que move são os afetos, e Marina preenche bem isto, especialmente os afetos de simpatia.

  Sem o voto de Bergoglio  

“O papa Francisco é mais ousado que as candidatas”, escreve  Maria Cristina Fernandes, jornalista, em artigo publicado no jornal Valor, 05-09-2014. Segundo ela, “Francisco Bergoglio ousou na política na tentativa de recuperar terreno para sua religião. Os candidatos se deixam aparelhar pela obsessão religiosa para se apequenar na política”.

Bispo belga questiona diretrizes dos papas recentes

Sábado, 06 de setembro de 2014 Isto nunca tinha acontecido na história recente: um bispo em pleno cargo se posiciona decisivamente contra o magistério eclesiástico e as diretrizes dos papas sobre as questões de matrimônio e família. A reportagem é de Daniel Deckers, publicada no sítio do Frankfurter Allgemeine Zeitung, 03-09-2014. A tradução é deMoisés Sbardelotto.

Vote nas futuras gerações

04.09.2014 Frei Betto* Nas eleições deste ano, avalia o teu município, o teu estado, a tua nação. O que necessita nosso povo? O que macula nossos direitos de cidadania? Quais as causas do desemprego, da fome, da miséria, da violência e das drogas?