O grito dos cristãos iraquianos
“Aqui todos se perguntam apenas isto: até quando?” Assim nos dizia por telefone há dois dias o nosso amigo Wisam, monge iraquiano, fugido de Qaraqosh e refugiado nos arredores de Erbil. Nós, com ele, perguntamos: “Até onde?”. Até quando durará essa tragédia, até que ponto chegará a barbárie humana perpetrada em nome de um fanatismo religioso?
Presidente da Nestlé prevê a privatização contra o direito à água
“Cada vez está mais claro que a água doce é um recurso finito, vulnerável à contaminação – que é excessiva por parte das empresas transnacionais. Esta situação contribuiu para conceber a água como um bem mercantil e não como um direito fundamental, em prejuízo à satisfação das necessidades humanas básicas, das concepções ancestrais das comunidades étnicas, gerando assim maior desigualdade social e afetando, por sua vez, a biodiversidade e o equilíbrio dos ecossistemas” é o que destaca a analista venezuelana Sylvia Ubal,
A oração do Papa e dos jovens asiáticos pela unidade da Coreia
Sábado, 16 de agosto de 2014 “Não existem duas Coreias, não é? Existe uma, é uma família dividida. Como unir a família? Primeiro, rezando”. Diante de mais de 6.000 jovens, o Papa surpreendeu, nesta sexta-feira, ao improvisar em inglês e italiano. E, ao responder a pergunta de uma jovem, convidou todos os presentes a elevar uma oração silenciosa pela pela unidade da Coreia.