Monumentos faraônicos em meio à pobreza. A Copa do Mundo do Brasil
A Copa do Mundo de Futebol está chegando ao seu fim. O Brasil, um dos países mais desiguais do mundo e com maior pobreza da América Latina, viveu semanas de fantasia durante as quais 32 países competiram para conseguir o título de Campeão do Mundo de Futebol. O Brasil, que ganhou este campeonato nada menos que cinco vezes, tenta ganhá-lo mais uma vez, satisfazendo o “orgulho nacional”, esse sentimento tão utilizado pelas estruturas de poder financeiro, econômico, midiático e político, para obter a adesão e a submissão das classes populares à sua liderança. O nacionalismo futebolístico exerce um papel muito importante para garantir a passividade e a cumplicidade das massas para o establishment (a estrutura de poder) em qualquer país.
O legado da Copa é ‘decepcionante’, diz cientista político
A vitória da seleção na Copa será decisiva para a percepção dos brasileiros sobre as vantagens de terem sediado um Mundial. Porém, dificilmente haverá um legado. Essa é a avaliação do cientista político Jules Boykoff, professor da Pacific University, nos EUA, e estudioso do impacto das Copas e da Olimpíadas nos países-sede em entrevista à Patrícia Campos Mello do jornal Folha de S.Paulo, 06-07-2014. “Se a seleção ganhar, todo mundo encarará a Copa como um sucesso. Mas isso representar receita ou legado de obras, Copas anteriores mostram que é muito difícil”, diz Boykoff.
PAPA FRANCISCO
Irmãos bispos, de que temos nós medo? Porquê? Onde pomos a nossa segurança? – Papa na Missa de São Pedro e São Paulo O Papa Francisco preside na manhã deste domingo 29 de junho, na basílica de São Pedro, à Missa da solenidade de São Pedro e São Paulo, com a imposição a 24 arcebispos provenientes de todo o mundo do “pálio”, insígnia litúrgica símbolo da respetiva dignidade e jurisdição, a exercer em comunhão com o Papa e a Igreja de Roma. A celebração teve início às 9h30.