As revelações de O Capital no Século XXI
Protesto do Occupy Londres contra desigualdade. Para enfrentá-la, Piketty propõe série de tributos redistributivos e alerta: eles exigem nova lógica social Sucesso internacional, livro de Thomas Piketty expõe engrenagens que produzem desigualdade e pobreza, sugere alternativas e desafia: elites aceitarão debatê-las?
A Igreja não é o Papa, mas…
Joaquim Franco – Jornalista – 05.05.2014 Na história da Igreja e das religiões em geral, há que distinguir a vivência dos crentes em relações de proximidade, das estruturas e/ou líderes que à distância definem e preservam os «cadernos» doutrinários, quando os há. As duas dimensões cruzam-se e legitimam-se num «jogo» de (des)obediências e (des)lealdades. Entre a realidade e a ideia, nem sempre coincidem. Na verdade, raramente coincidem.
Maria de Nazaré é a Mãe que foi apóstola
Feminilidade ainda continua a ser um perigo para as igrejas profundamente masculinizadas Padre José Luís Rodrigues Se Nossa Senhora fosse menos olhada como Mãe de Jesus e mais como a discípula ou a apostola de Jesus, dar-se-ia uma revolução na Igreja Católica e quiçá no mundo cristão. Explico-me. Maria de Nazaré foi sempre considerada ao longo dos séculos como a Mãe Imaculada, a mulher submissa à virgindade e endeusada no papel de Mãe, coisa que os textos bíblicos facilmente desmentem e falam-nos de uma mulher interventora, discípula, que antes de ser Mãe, ouve a Palavra de Deus e a coloca em prática de forma sublime e exemplar.