Uma nova moralidade sexual

“Dentro de relacionamentos conjugais heterossexuais, atos sexuais férteis ou inférteis do tipo reprodutivo e não reprodutivo podem ser unitivos e, portanto, morais”, constatam Todd Salzman e Michael Lawler, autores do livro A pessoa sexual (São Leopoldo: Unisinos, 2012), na entrevista que concederam, por e-mail à IHU On-Line. Segundo eles, “muitas pessoas que são gays, lésbicas, bissexuais e transgênero (LGBT), suas famílias e seus amigos e amigas são afastadas da Igreja Católica por causa da afirmação antropológica de que a inclinação homossexual é ‘objetivamente desordenada’”.

Comunidade de comunidades: uma nova paróquia

“Com a finalidade de levar a Boa-nova de Jesus a todos os povos, como o exige a nova evangelização, todas as Paróquias e suas pequenas comunidades devem ser células vivas, lugares para promover o encontro pessoal e comunitário com Cristo, para experimentar a riqueza da liturgia, para proporcionar uma formação cristã inicial e permanente e para educar a todos os fiéis na fraternidade e na caridade, especialmente para com os pobres.”[1]

Francisco repudia a linha de Bertone

”Os bispos devem dialogar com a política, não a Secretaria de Estado”. Bastaram poucos minutos de improviso para o Papa Francisco esclarecer de uma vez por todas quem, na Igreja italiana, é chamada a conduzir as relações com a política: