Marcelo Rossi busca catolicismo de massas, mas menos atento às questões sociais

“A ocupação religiosa do espaço público, sobretudo nas capitais e nas regiões metropolitanas, tornou-se ainda mais monumental, mais espetacular e mais triunfalista. Tudo por um maior impacto evangelístico, gerar maior visibilidade pública e revestir seus líderes e suas organizações religiosas de maior poder, status e legitimidade”. analisa Ricardo Mariano, professor da PUC-RS, é autor de “Neopentecostais: sociologia do novo pentecostalismo no Brasil” (Loyola), em artigo publicado no jornal Folha de S. Paulo, 03-11-2012.v