Música sacra deve levar à nostalgia do transcendente
Gosto de participar da missa aos domingos, mas os cantos, em geral, me decepcionam ou me deixam insatisfeito, pois os Cantores ou puxadores do canto: ou gritam demais e tocam instrumentos irritantes em altíssimo volume; ou cantam de maneira licenciosa e melosa (vários são cantores da noite, cheios de “rebolados”…); ou cantam não com e para a Assembleia, mas em vez da Assembleia; ou não deixam espaço algum para o silêncio sagrado de que fala a Constituição do Vaticano II sobre a Liturgia; ou apresenatam cantos que têm pouco ou até nada a ver com a liturgia e com um bom ambiente de espiritualidade; ou, como acontece às vezes com os carismáticos, querem inventar a música salmódica na hora. Certamente, bem longe do ideal proposto por Bento XVI para a música sacra: – Com razão, Bento XVI sublinha que a música sacra tem que nos levar para outro mundo, para uma nostalgia do transcendente – do texto abaixo Decididamente, nossos padres não recebem qualquer formação músico/litúrgica séria nos seminários. Se recebem, não se notam os resultados. Por issdo o importante ministério da música e canto sacro está tão abandonado e deixado ao goto, particular de cada cantor ou puxador de “canto litúrgico”. E, que eu saiba, nossos bispos não estão preocupados com a música sacra, complemento muito importante da Celebração litúrgica. João Tavares
PROPOSTAS DO 3º ENCONTRO DE BISPOS E RESPONSÁVEIS DAS CEBs
Com a articulação continental Santiago do Chile, 10-12 de Maio de 2011. “As CEBs desenvolvem seu compromisso evangelizador e missionário entre os mais simples e afastados, e são expressão visível da opção preferencial pelos pobres. São fonte e semente de vários serviços e ministérios a favor da vida , na sociedade e na Igreja”. Doc. Aparecida 179.