O patriarca dos padres casados brasileiros

No dia 16 de junho de 1992, pelas 4:00 da madrugada, o telefone tocou em meu apartamento em Brasília. Do outro lado da linha, uma voz conhecida de mulher me comunicava que tinha acabado de falecer o sacerdote casado Pedro Paulo Luz da Cunha. Dezenove anos são passados, e Pedro Luz é uma chama viva na memória dos amigos de primeira hora.