Do Brasil dos escândalos ao Brasil da solidariedade

Rafael Marcoccia Existe um Brasil de escândalos (nada menos do que três presidentes investigados) e um Brasil que se dedica a fazer o bem ao próximo com um número insuspeitado de samaritanos. “Além do bem. Um estudo sobre voluntariado e engajamento” traz à luz outro Brasil, aquele que participa em pequenas e grandes instituições de voluntariado. Descobrimos que quase um de cada cinco cidadãos brasileiros (37,5 milhões) desenvolve uma atividade deste tipo, conforme pesquisa realizada pela Secretaria de Estado dos Negócios Estrangeiros em parceria com o Banco de América Merrill Lynch e o Programa de Voluntários das Nações Unidas (UNV) no Brasil.

Concretizações do modo simples de rezar

Abílio Louro de Carvalho – 06/03/2017 A entrada na Quaresma, marcada ritualmente pela imposição as cinzas, remete-nos para a nossa condição de pecadores. Esquecemo-nos muito facilmente de que, embora pelo nosso estatuto de pessoas humanas, somos imagem de Deus e nos devemos considerar vocacionados a ser “semelhança de Deus” (cf Gn 1,26.27), nem por isso deixamos de ser “pó”, a ele havendo de “tornar” (cf Gn 3,19), sobretudo se não alimentarmos a relação com Deus e seguirmos caminhos desviantes e iníquos.

A emergência de uma humanidade atravessada pela hospitalidade

Por: João Vitor Santos  Tradução: Sandra Dall’Onder O estado de crises em que o mundo parece mergulhado, de problemas humanitários a políticos e econômico-sociais, pode ser resumido como “crise global de hospitalidade”. É nesse sentido que vai a perspectiva do professor e teólogo italiano Marco Dal Corso. “Trata-se de uma crise cultural e, talvez, espiritual, antes de uma crise social e política. Se isso é verdade, precisamos repensar nossas categorias fundantes, pelo menos aquelas sobre as quais construímos a chamada cultura ocidental”, explica.

O vinho na Bíblia

 Em tempo de vindimas e vinho novo, fica aí uma alusão ao vinho na Bíblia. Anselmo Borges – 15.10.2016 Jesus disse que não voltaria a beber do fruto da videira, “até àquele dia em que o hei-de beber de novo convosco no Reino de Meu Pai“.E é esta esperança, a esperança do vinho novo na plenitude da festa e da alegria do Reino de Deus que, de uma maneira ou outra, anima a todos. Infelizmente, embora isso talvez fosse uma inevitabilidade, as Eucaristias de hoje estão muito longe, no modo como são celebradas, de ser antecipações vivas dessa alegria festiva na sua plenitude. No princípio, era diferente.