Quem tem medo da agricultura ecológica?
“Se as práticas agroecológicas emergem é precisamente como resposta a um modelo de agricultura que contamina a terra e os nossos corpos.” A reflexão é de Esther Vivas em artigo publicado no jornal espanhol Público, 07-07-2014. A tradução é de André Langer.
Em nós estão todas as memórias do universo
O ser humano é o último ser de grande porte a entrar no processo da evolução por nós conhecido. Como não existe somente matéria e energia, mas também informação, esta vem estocada em forma de memória, em todos os seres e em nós ao longo de todas as fases do processo cosmogênico.
“As plantas têm neurônios, são seres inteligentes”
Graças aos nossos amigos do Redes, o programa de Eduard Punset, pesquisadores incansáveis de diversas áreas do conhecimento científico buscam ampliar os limites do saber. Dentre esses que se questionam sobre quem somos e qual papel desempenhamos nesta sopa de universos, descobrimos Mancuso, que nos explica que as plantas, vistas pela câmera rápida, se comportam como se tivessem cérebro: elas têm neurônios, se comunicam mediante sinais químicos, tomam decisões, são altruístas e manipuladoras.
Além dos limites
[EcoDebate] É possível viver bem, com plena qualidade de vida, sem depender de crescimento econômico constante? Talvez seja essa a principal pergunta localizada no cerne do debate existente entre os economistas ecológicos (ecoeconomistas) e os tradicionais (neoclássicos).
Professora sofre ameaças por ensinar Constituição a indígenas Munduruku
Por Luana Luizy, de Brasília Emanuelle Limenza Barros tem 28 anos e é de Londrina, Paraná, mas mora no estado do Pará há quatro anos onde leciona história para os indígenas Munduruku da aldeia Missão São Francisco do Rio Cururu, próximo ao município de Jacareacanga, sudoeste do Pará.
Monges que protagonizam o diálogo entre religiões e intercâmbios espirituais
Nos últimos anos, tornamo-nos cada vez mais conscientes de que ser “religioso” hoje significa ser “inter-religioso”, isto é, aberto a receber os estímulos que as outras religiões podem oferecer, conscientes de que, se só conhecermos a nossa religião, é provável que a compreenderemos e a viveremos de forma incompleta. A análise é do monge beneditino William Skudlarek, da Abadia de Saint John, nos EUA, e consultor do Pontifício Conselho para o Diálogo Inter-Religioso, em artigo publicado no jornal L’Osservatore Romano, 02-07-2014. A tradução é de Moisés Sbardelotto.
O importante não é o bem, mas a bondade
“O Bispo Francisco não acredita no ‘bem’. Seu projeto de vida, de Igreja e de futuro é a ‘bondade’. Porque só a bondade é digna de fé. Em suma, a bondade não é nada mais – e nada menos – que viver de tal maneira que quem vive comigo, seja quem for, se sinta bem. Esta é a bondade que eu desejo.”A reflexão é do teólogo José María Castillo, em seu blog Teología sin Censura, 18-05-2014. A tradução é de André Langer.
Uma comunidade incapaz de lidar com o desacordo está mal preparada para o futuro
Os primeiros discípulos falaram com ousadia, assim nos diz Lucas (Atos 9, 29; 14,3). Esta é a parrhesia que Simon Tugwell define como «ser capaz de dizer tudo e qualquer coisa». As nossas Igrejas estão cheias de palavras: inumeráveis documentos, escritos de orientação, declarações episcopais, dissertações teológicas, sermões, artigos eruditos, crónicas jornalísticas.
Monsanto, a semente do diabo
“A Monsanto não poupou recursos para acabar com as sementes camponesas: ações legais contra agricultores que tentam conservá-las, patentes de monopólio, desenvolvimento de tecnologia de esterilização genética de sementes, etc. Trata-se de controlar a essência dos alimentos e, assim, aumentar sua cota de mercado”. – A história da Monsanto “é a história da sacarina e o aspartame, do PBC, do agente laranja, dos transgênicos. Todos fabricados, ao longo dos anos, por esta empresa. Uma história de terror”, escreve a jornalista e ativista política e social Esther Vivas, em artigo publicado pelo jornal espanhol Público, 29-05-2014. A tradução é do Cepat.
Ascensão do Senhor. Como dizer a Páscoa de outra maneira?
A Festa da Ascensão nos atrai para as alturas, mas nos reenvia ao cotidiano da nossa vida. Jesus foi para o céu, mas para inaugurar o tempo do Espírito Santo e nos enviar em missão para os nossos irmãos e nossas irmãs. Hoje é, portanto, a festa da Igreja, Corpo de Cristo, cuja cabeça está no céu e pés na terra. A reflexão é de Raymond Gravel, padre da Diocese de Joliette, Canadá, e publicada no sítio Réflexions de Raymond Gravel, comentando as leituras do Domingo da Ascensão do Senhor – Ciclo A do Ano Litúrgico (01 de junho de 2014). A tradução é de André Langer. Referências bíblicas: Primeira leitura: At 1,1-11 – Segunda leitura: Ef 1,17-23 – Evangelho: Mt 28,16-20