Agrotóxicos e transgênicos: o rolo compressor imperialista
Agência Internacional de Pesquisa em Câncer classificou o herbicida Glifosato e os inseticidas Malationa e Diazinona como prováveis agentes carcinogênicos. “- Os transgênicos ocuparam uma área de 42,2 milhões de hectares, aumento de 1,9 milhões, o maior dos últimos cinco anos. Futuramente o Brasil deverá fechar a lacuna com os Estados Unidos. Um sistema eficiente e com base científica de aprovação no Brasil facilita uma adoção rápida das sementes transgênicas”.
Câmara derruba obrigatoriedade da rotulagem de alimentos transgênicos
“Muitos consideram o Projeto de Lei um atentado ao direito à informação da população, cujo projeto só beneficiaria as empresas do agronegócio”.
Monsanto. A “semente do Diabo” que controla os transgênicos do mundo
Ela tem o monopólio da produção transgênica em todo o mundo e resiste a todos os ataques. O segredo? A bênção do governo americano. “Jeffrey Smith, diretor do Instituto de Responsabilidade Tecnológica dos EUA, garante que as análises feitas em animais alimentados por produtos geneticamente modificados mostram que houve problemas intestinais, baixa imunidade, baixo nível de reprodução, morte prematura e desenvolvimento de tumores. “Os estudos mais recentes estão a causar medo entre os norte-americanos”, conta o investigador.
Farmacêuticas têm vitória com projeto de lei polêmico sobre biodiversidade
VENDENDO A BIODIVERSIDADE BRASILEIRA ÀS MULTINACIONAIS FARMACÊUTICAS ? Projeto de Lei na Câmara, “destrava’ mercado da biodiversidade no Brasil, mas cria polêmica Mariana Schreiber – Da BBC Brasil em Brasília – A Câmara dos Deputados aprovou na noite da terça-feira uma polêmica legislação sobre biodiversidade que facilita pesquisas a partir de recursos naturais brasileiros – mas que está sendo acusada por comunidades tradicionais de ameaçar seus direitos garantidos internacionalmente.
”Nós, marxistas, lutamos junto com o papa para parar o diabo.” Entrevista com João Pedro Stedile
João Pedro Stedile olha a primeira página do jornal Il Fatto Quotidiano em que se vê Maurizio Landini enfrentando a polícia. “Um líder sindical sem gravata? Sério?” A piada sintetiza muito o perfil e a história desse dirigente, já de nível internacional, do movimento “campesino”.
Quem tem medo da agricultura ecológica?
“Se as práticas agroecológicas emergem é precisamente como resposta a um modelo de agricultura que contamina a terra e os nossos corpos.” A reflexão é de Esther Vivas em artigo publicado no jornal espanhol Público, 07-07-2014. A tradução é de André Langer.
Além dos limites
[EcoDebate] É possível viver bem, com plena qualidade de vida, sem depender de crescimento econômico constante? Talvez seja essa a principal pergunta localizada no cerne do debate existente entre os economistas ecológicos (ecoeconomistas) e os tradicionais (neoclássicos).
Monsanto, a semente do diabo
“A Monsanto não poupou recursos para acabar com as sementes camponesas: ações legais contra agricultores que tentam conservá-las, patentes de monopólio, desenvolvimento de tecnologia de esterilização genética de sementes, etc. Trata-se de controlar a essência dos alimentos e, assim, aumentar sua cota de mercado”. – A história da Monsanto “é a história da sacarina e o aspartame, do PBC, do agente laranja, dos transgênicos. Todos fabricados, ao longo dos anos, por esta empresa. Uma história de terror”, escreve a jornalista e ativista política e social Esther Vivas, em artigo publicado pelo jornal espanhol Público, 29-05-2014. A tradução é do Cepat.
“Erradicar a fome não é uma opção, é uma necessidade imperiosa, se queremos ter um futuro”.
Entrevista especial com José Esquinas-Alcázar – Segunda, 05 de maio de 2014 “A crise alimentar provocou, em 2008, revoltas em mais de 50 países. Hoje, o aumento nos preços dos alimentos está novamente contribuindo para a instabilidade política no mundo”, afirma o diretor da Cátedra de Estudos sobre a Fome e a Pobreza – CEHAP da Universidade de Córdoba, Espanha
A biotecnologia e as preocupações jurídicas. Entrevista especial com Taysa Schiocchet
Quarta, 26 de março de 2014 “O Direito trata os conhecimentos tradicionais como bens socioambientais, pois estão relacionados à prática cultural do meio social dessas coletividades e à manutenção e equilíbrio do meio ambiente em que vivem, na medida em que participam, através deste conhecimento, do manejo ecológico do ecossistema”, diz a pesquisadora.