Discursos de Francisco na Polônia – 5

Viagem Apostólica de Sua Santidade Francisco à Polônia por  ocasião da XXXI Jornada Mundial da Juventude (27 a 31 de julho de 2016) SÁBADO 30 DE JULHO DE 2016  Vigília de oração com os jovens no “Campus Misericordiae” na periferia de Cracóvia. Discurso do Santo Padre: “E a nossa resposta a este mundo em guerra tem um nome: chama-se fraternidade, chama-se fraternidade, chama-se comunhão, chama-se família. Festejemos o fato de que vimos de culturas diferentes e nos juntamos para rezar”  L’Osservatore Romano

Papa envia uma forte mensagem ao visitar lendário mosteiro polonês

   John L. Allen Jr. – 29 de julho de 2016 Ao visitar o Mosteiro de Jasna Góra e a Nossa Senhora Negra de Częstochowa nessa quinta-feira, o Papa Francisco envia uma mensagem sobre a Polônia, sobre João Paulo II e sobre a divisão esquerda/direita na Igreja – e isso, aliás, muito antes que ele diga uma única palavra. A reportagem é de John L. Allen Jr., publicada no sítio Crux, 28-07-2016. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

 Discursos de Francisco na Polônia – 4

Parque Jordan, 29 de julho de 2016 Discurso do Papa na Via Sacra da JMJ Cracóvia “Nesta noite, queridos jovens, o Senhor renova-vos o convite para vos tornardes protagonistas no serviço; Ele quer fazer de vós uma resposta concreta às necessidades e sofrimentos da humanidade; quer que sejais um sinal do seu amor misericordioso para o nosso tempo!”

 Discursos de Francisco na Polônia – 3

Discurso do Papa na cerimônia de acolhida dos jovens da JMJ Viagem do Papa Francisco a Cracóvia, Polônia – JMJ 2016 Cerimônia de acolhida dos jovens da JMJ Parque Blonia, quinta-feira, 28 de julho de 2016

Discursos de Francisco na Polônia – 2

MISSA NOS 1050 ANOS DO BATISMO DA POLÔNIA HOMILIA DO SANTO PADRE Santuário de Czestochowa 28/07/2016 O Papa Francisco presidiu, na manhã desta quinta-feira, 28, a primeira Missa em terras polonesas, no Santuário mariano de Jasna Gora, em Czestochowa. Ao chegar de papamóvel, saudou uma dezena de pessoas doentes e cadeirantes, que o aguardavam na entrada.

Discursos de Francisco na Polônia – 1

1- Francisco em Cracóvia: humanismo europeu tem raízes cristãs   27/07/2016 – Texto integral do Discurso às Autoridades  Tradução: Orlando Almeida O Papa pronunciou o seu primeiro discurso em solo polonês durante o encontro com as autoridades, a sociedade civil e o corpo diplomático no Castelo de Wawel em Cracóvia. Publicamos a seguir o texto integral.

A Grande XXXI JMJ inicia-se entre sinais contraditórios

Abílio Louro de Carvalho – 26/07/2016 O cardeal-arcebispo de Cracóvia Stanislaw Dziwisz (foto abaixo) presidiu, na tarde de hoje dia 26, no Parque de Blonia situado naquela cidade polaca, à celebração da missa de abertura da XXXI Jornada Mundial da Juventude (JMJ), em cuja homilia se deteve no diálogo de Jesus ressuscitado (ver o ouvir)  com Simão Pedro nas margens do Lago de Tiberíades. Neste diálogo (Jo 21,15-19) Jesus perguntou três vezes a Pedro – mas sob o nome primevo e de família, Simão filho de João – se O amava.

Os desafios de Bergoglio na viagem à terra natal de Wojtyla

De 27 a 31 de julho em Cracovia, Czestochowa e Auschwitz  –  Asia News Ele visitou a África Central apesar de os militares franceses desaconselharem-no; circulou pelo México de norte a sul e de leste a oeste, entre a desconfiança do governo Enrique Peña Nieto, o descontentamento dos narcotraficantes e as críticas de Donald Trump; foi ao Congresso dos Estados Unidos para pedir acolhida aos migrantes e a abolição da pena de morte; em três anos de pontificado tocou as “periferias” mais problemáticas do globo, de Sarajevo à Armênia, do Equador à Albânia, da região das Filipinas atingida pelo tufão aos cantos mais remotos de Cuba, sobrevoou a China pela primeira vez na história dos papas e expressou o desejo de visitar o Iraque.

Francisco persiste em evocar o “genocídio” infligido ao povo arménio  

Abílio Louro de Carvalho – 26/06/2016 “Aquela tragédia, aquele genocídio, marcou o início, infelizmente, do triste elenco das imensas catástrofes do século passado, tornadas possíveis por aberrantes motivações raciais, ideológicas ou religiosas, que ofuscaram a mente dos verdugos até ao ponto de se prefixarem o intuito de aniquilar povos inteiros.