Como seria uma guerra entre EUA e Irã
DIOGO SCHELP 03/01/2020 Manifestante segura foto do general Qassem Soleimani nesta sexta-feira (3), em Teerã. (Foto: WANA/Nazanin Tabatabaee via Reuters) Nada de III Guerra Mundial. Uma possível guerra entre Estados Unidos e Irã pode adotar muitas formas, inclusive uma variação agravada do conflito atual, de escaladas eventuais de violência, mas dificilmente tomaria a proporção de uma guerra global, como ocorreu em 1939.
Quais países produzem mais petróleo e o que isso representa no xadrez mundial
Cristina J. Orgaz – BBC News Mundo – 23/09/2019 Direito de imagem JOE RAEDLE – Image caption – Na segunda-feira, após os ataques na Arábia Saudita, o preço do petróleo cresceu entre 15 e 20%, atingindo o pico de US$ 71,95 O preço do petróleo subiu e sobraram acusações. Mas o ataque às instalações da Arábia Saudita não provocou a resposta dramática que teria sido normal há 30 anos na região do Golfo Pérsico, uma zona historicamente marcada por conflitos que afetam o controle do preço do petróleo.
Depois dos EUA, Rússia suspende Tratado de Forças Nucleares crucial
Redação com agências – 04 mar, 2019 Fim iminente do acordo não escapou a escárnio no carnaval em Düsseldorf, Alemanha. Foto: Wolfgang Rattay/Reuters Acordo está em vigor desde 1987 para controlar armamento produzido por russos e norte-americanos. Passo surge em resposta a Donald Trump, que decidiu retirar os EUA do acordo no final do ano passado. Assinado em 1987 entre o então Presidente norte-americano Ronald Reagan e o seu homólogo russo, Mikhail Gorbachev, o INF representou um marco na relação entre as duas potências mundiais durante a Guerra Fria. O tratado estabelece limites ao alcance dos mísseis balísticos e de cruzeiro produzidos pelos dois países (entre os 500 e os cinco mil quilómetros); os mísseis lançados do mar não estão abrangidos por esse limite.
“América Latina caminha para o enfraquecimento e a desintegração”. Entrevista com Juan Tokatlian
Nueva Sociedad – 16 Fevereiro 2019 “A Colômbia está notoriamente alinhada com Washington e isso não mudará. O interessante, em todo caso, é que muitas capitais – Buenos Aires, Brasília, Santiago, Lima, entre outras – parecem, na presente conjuntura e a sua maneira, mais dispostas a seguir os passos de Bogotá e a depositar nos Estados Unidos sua visão diplomática preferida. Será necessário avaliar os resultados disto para o bem-estar material, a segurança nacional e a autonomia internacional das sociedades da região. E esse é outro capítulo que deve ter um acompanhamento rigoroso e sistemático. Somos uma região à deriva nos assuntos globais e isso é perigoso… para nós”, reflete o analista político argentino Juan Gabriel Tokatlian, professor da Universidade Torcuato Di Tella e especialista em relações internacionais, em entrevista na qual analisa a conjuntura latino-americana e os novos cenários. A entrevista é publicada por Nueva Sociedad e reproduzida por CPAL Social, 13-02-2019. A tradução é do Cepat.
O sonho de Xi, o pesadelo de Trump
Juan Manuel Karg – 12/01/20119 Imagem: Cambio politico O ano de 2019 começou com força para a República Popular da China: aterrissou na parte escura da Lua, aquela que não é visível da Terra, algo que ninguém havia conseguido anteriormente. É um fato sem precedentes para um país que entrou quatro décadas mais tarde na corrida espacial mundial e que os Estados Unidos impediram de participar da Estação Espacial Internacional. Foi apenas em 2003, depois da já então extinta União Soviética e dos próprios Estados Unidos, que a China mandou um homem para o espaço. A reportagem é de Juan Manuel Karg, publicada por Página/12, 11-01-2019. A tradução é de André Langer.
Trump sai da Síria para abandonar o papel de “polícia do Médio Oriente”
Alexandre Martins 20 de Dezembro de 2018, Foto: Trump numa visita a Fort Drum, no estado de Nova Iorque Carlos Barria/REUTERS Anúncio de retirada total das tropas norte-americanas apanhou vários aliados de surpresa. Para o Governo britânico, “a ameaça mantém-se bem viva“.
EUA entraram em shutdown: o que é que isso significa?
Patrícia Viegas, 22/12/2018 Foto: Estátua da Liberdade chegou a estar encerrada no âmbito do anterior shutdown do governo norte-americano / © Shannon Stapleton – Reuters Democratas não cederam às ameaças de Donald Trump e o Senado rejeitou aprovar os fundos solicitados pelo presidente para um novo muro entre os EUA e o México e, assim, à falta de acordo, há shutdown. É a terceira vez no período de um ano
Se ninguém der o braço a torcer, este shutdown será tão longo como a fronteira com o México
ALEXANDRE MARTINS – 21 de Dezembro de 2018 Foto: O Presidente Donald Trump exige verbas para o início da construção do muro Reuters/Jim Young O duelo entre o Presidente Trump e o Partido Democrata sobre a construção do muro empurra os EUA para mais uma paralisação do Governo. E, desta vez, alguém terá de aceitar uma derrota pesada para que o problema seja resolvido.
Cúpula Trump-Xi, o fim de um paradigma. Artigo de Francesco Sisci
Francesco Sisci – 03/02/2018 – Foto: IHU/ Li Xueren-Xinhua O paradigma da abordagem dos Estados Unidos em relação à China mudou radicalmente nos últimos anos. O artigo é do sinólogo italiano Francesco Sisci, professor da Universidade Renmin, em Pequim, na China. O artigo é publicado por Settimana News, 03-12-2018. A tradução é de Moisés Sbardelotto.
O decênio de ascensão da China
Jenny Clegg – 28 Setembro 2018 – Foto: hispanidad.com “A China está a caminho de superar os Estados Unidos como primeira economia mundial antes de 2030, um acontecimento que marcará um ponto de inflexão psicológico. Não obstante, no momento, mantém níveis elevados de dívida e ainda pode ocorrer um crash ao estilo chinês. Poderá a China limitar, ou ao menos resistir, as pressões de uma guerra comercial com os Estados Unidos? De fato, as perspectivas para a economia estadunidense também não são boas.