Depois dos EUA, Rússia suspende Tratado de Forças Nucleares crucial
Redação com agências – 04 mar, 2019 Fim iminente do acordo não escapou a escárnio no carnaval em Düsseldorf, Alemanha. Foto: Wolfgang Rattay/Reuters Acordo está em vigor desde 1987 para controlar armamento produzido por russos e norte-americanos. Passo surge em resposta a Donald Trump, que decidiu retirar os EUA do acordo no final do ano passado. Assinado em 1987 entre o então Presidente norte-americano Ronald Reagan e o seu homólogo russo, Mikhail Gorbachev, o INF representou um marco na relação entre as duas potências mundiais durante a Guerra Fria. O tratado estabelece limites ao alcance dos mísseis balísticos e de cruzeiro produzidos pelos dois países (entre os 500 e os cinco mil quilómetros); os mísseis lançados do mar não estão abrangidos por esse limite.
Crise na Venezuela expõe divisão entre militares e olavismo
José Antônio Lima – 26 Fevereiro 2019 Foto: Mourão descarta intervenção militar na Venezuela / Pamela Brew – Flickr Ímpeto anti-Maduro de Bolsonaro na campanha esfriou depois que ele chegou ao governo, e a posição mais cautelosa tem que ver com o embate entre a ala militar e o grupo ideológico ligado ao chanceler Ernesto Araújo. A reportagem é de José Antônio Lima, publicado por Deustche Welle, 25-02-2019.
O inferno de May: “UE-27 não reabrirá o acordo de retirada”
João Francisco Guerreiro, em Bruxelas – 07/02/23019 Foto: © REUTERS/Yves Herman “O presidente Juncker sublinhou que a UE-27 não reabrirá o acordo de retirada, que representa um compromisso cuidadosamente equilibrado entre a União Europeia e o Reino Unido, em que ambas as partes fizeram concessões significativas para chegar a um acordo”, lê-se numa declaração conjunta, emitida no final do encontro, em que ambos manifestaram a vontade de evitar um hard Brexit.
Quem vai salvar o Acordo de Paris?
Jens Thurau – 04 Dezembro 2018 Imagem: Conferência mundial do clima – COP24- Kattowice – Polónia/Picture Alliance/dap//F. Dubray Apenas três anos após o pacto sobre o clima, a euforia parece ter se dissipado. Muitos de seus principais promotores têm dificuldade de cumprir as próprias metas. Esperança é que a COP 24, na Polônia, renove ânimo. A reportagem é de Jens Thurau, publicada por Deustche Welle, 03-12-2018.
As “maravilhas” de Portugal
ANSELMO BORGES, 17 de novembro de 201 Há um conjunto de questões que precisam urgentemente de um consenso mínimo nacional, com duração suficiente para a sua avaliação, referentes à educação, à justiça, à saúde, à segurança social “Mesmo do ponto de vista económico-financeiro, desconfio da afirmação de que chegou o fim da austeridade” “Incomoda-me sumamente a falta de racionalidade no país”. “E há o laxismo no cumprimento da lei”. “E há alguma falência do que é estruturante”.
Um “novo dia na América” mas não no mundo
Teresa Sousa – 7 de Novembro de 2018 Imagem: Público Com a agenda interna bloqueada, Trump, como outros antes dele, tenderá a concentrar-se na política externa, procurando arrecadar rapidamente alguns sucessos e continuando a destruir a ordem liberal que os EUA construíram depois da Guerra.
Orbán, Trump, Bolsonaro: como chegámos até aqui? (I)
Mais do que em quaisquer outros recursos do Estado, é nos aparelhos securitários (Órgãos de Segurança – NdR)) que a extrema-direita se quer infiltrar. Manuel Loff – 6/10/2018 Bolsonaro sairá amanhã à frente na corrida para a 2.ª volta das eleições brasileiras – e eu sou dos que temo que seja mesmo eleito no próximo dia 28. Os Le Pen pai e filha já chegaram duas vezes à 2.ª volta das presidenciais francesas. Trump foi eleito presidente da maior economia e do maior arsenal de armas do mundo. A extrema-direita tem 15%-25% dos votos em meia Europa e, só na UE, dirige ou participa em governos de coligação de dez países (da Itália e Bélgica à Hungria e Polónia).
Um brexit sem acordo é o resultado mais provável da cimeira de Salzburgo
A rejeição dos planos de May pelos líderes da UE aumentou a possibilidade de fracasso. Wolfgang Münchau – 25 Setembro 2018 — 06:23 Foto: Notícias ao minuto Os líderes da UE concluíram que o Reino Unido vai nunca aceitar um brexit sem acordo. Essa conclusão advém da sua posição negocial. No final, a inferência pode ser a correta. Mas, com a poeira a assentar após a cimeira da semana passada em Salzburgo, aquela parece uma aposta imprudentemente arriscada.
A universidade do populismo que Steve Bannon, ex-assessor de Trump, planeja na Itália
Daniel Verdù, 22 SET 2018 Foto: O diretor do Instituto Dignitatis Humanae, Benjamin Harnwell. / ANTONELLO NUSCA “Bannon deu em junho de 2014 uma insólita entrevista dentro do Vaticano, promovida pelo think tank católico dirigido por Harnwell, o Instituto Dignitatis Humanae (DHI) —que reúne destacados membros da oposição ao papa Francisco. O presidente de seu conselho assessor é Raymond Burke, líder da corrente opositora a Francisco e elo entre a direita religiosa norte-americana e a Santa Sé
Merkel diz que “não é mais possível confiar no superpoder dos EUA”
A chanceler alemã deixa claro numa longa coletiva de imprensa que a fissura aberta entre a Europa e Trump está longe de ser superada Ana Carbajosa – Berlim 20 JUL 2018 Foto: A chanceler alemã, Angela Merkel, nesta sexta-feira em Berlim /FABRIZIO BENSCH REUTER … “[as relações com os EUA] estão sob pressão”, mas afirma que é necessário continuar cultivando uma relação “crucial”com os ainda aliados. “O que consideramos natural durante muitas décadas, que os EUA se considerem o poder regulador do mundo, para bem ou para mal, não está assegurado no futuro”, disse Merkel.