Como os EUA roubam petróleo de outros países com as palavras mágicas “Ameaça Comunista”, e tem apoio de Bolsonaro – texto viral na web
Por Dino Barsa– 04/01/2020 Texto de Luiz Condessa viraliza nas redes, após crise EUA x Irã com apoio de Bolsonaro, que lembra a crise EUA x Venezuela, com apoio de Bolsonaro, que lembra o Golpe 2016 com o impeachment de Dilma e prisão de Lula, com apoio de Bolsonaro, só que este não precisou de crise com os EUA.
Desistir da Paz?
Frei Bento Domingues, O.P. – 09/12/2018 – Foto: Pensador “Está mais do que demonstrada a ferocidade que pode ser desencadeada entre pessoas, nações e povos. Essa todos os dias é patenteada, em diversos cenários de crueldade, com meios de comunicação que a celebram e a incitam ao seu motor: o ódio do outro. Importa investigar os mecanismos psicológicos, sociais, económicos e políticos que incitam à guerra e à paz. Foi possível subscrever a carta dos Direitos Humanos. Nunca se conseguiu assinar a dos Deveres.”
Ameaças para a humanidade
Anselmo Borges- 02/03/2018 Foto: https://static.fnac-static.com “Cientistas sérios anunciam que, antes de meados do século, o poder das máquinas interconectadas escapará aos humanos. As consequências, até agora imprevisíveis, poderiam constituir a mais global das ameaças, mas também a entrada numa era de potencialidades ilimitadas para o bem-estar da espécie. Uma e outra são possíveis, pois cair-se-ia de repente no totalmente inexplorado.”
No tenim por (Não temos medo) – Notas depois do atentado de Barcelona (e de Londres)
Manuel Nin i Güell – 16/09/17 Uma polícial a socorrer uma das vítimas do atentado. (foto Stefan Rousseau/AP) O presidente da Conferência Episcopal de Inglaterra e Gales, cardeal Vincent Nichols, manifestou a sua consternação pelo atentado, 15/09, na estação de metro de Parsons Green, em Londres. O arcebispo de Westminster disse que a reação dos cidadãos na ajuda aos feridos mostrou “o bom que há na humanidade, perante alguns poucos que querem dividir a nossa sociedade”. E acrescentou que “todos devemos estar alerta, mantendo a calma”.
“Será necessário aprender a conviver com o terrorismo”
Eduardo Febbro – 20-08-17 Contrariamente ao que se poderia supor em um primeiro momento, devido à metodologia empregada – um carro atropelando a multidão em uma região central de uma cidade europeia -, o atentado de Barcelona não é produto de um lobo solitário, mas, ao contrário, de uma célula que remete aos atentados de Paris, do dia 13 de novembro de 2015, e ao do aeroporto de Bruxelas em março de 2016.