Presidente da Nestlé prevê a privatização contra o direito à água

 “Cada vez está mais claro que a água doce é um recurso finito, vulnerável à contaminação – que é excessiva por parte das empresas transnacionais. Esta situação contribuiu para conceber a água como um bem mercantil e não como um direito fundamental, em prejuízo à satisfação das necessidades humanas básicas, das concepções ancestrais das comunidades étnicas, gerando assim maior desigualdade social e afetando, por sua vez, a biodiversidade e o equilíbrio dos ecossistemas” é o que destaca a analista venezuelana Sylvia Ubal,

Monsanto, a semente do diabo

“A Monsanto não poupou recursos para acabar com as sementes camponesas: ações legais contra agricultores que tentam conservá-las, patentes de monopólio, desenvolvimento de tecnologia de esterilização genética de sementes, etc. Trata-se de controlar a essência dos alimentos e, assim, aumentar sua cota de mercado”.  –  A história da Monsanto “é a história da sacarina e o aspartame, do PBC, do agente laranja, dos transgênicos. Todos fabricados, ao longo dos anos, por esta empresa. Uma história de terror”, escreve a jornalista e ativista política e social Esther Vivas, em artigo publicado pelo jornal espanhol Público, 29-05-2014. A tradução é do Cepat.

Mudanças climáticas. Após o relatório da ONU, qual parte do mundo você está preparado para perder?

“Quando o secretário de meio ambiente da Inglaterra Owen Paterson garante que a mudança climática “é algo a que podemos nos adaptar ao longo dos anos” ou Simon Jenkins, que escreve no jornal Guardian, hoje, dizendo que devemos nos mover em direção a “pensar de forma inteligente sobre como o mundo deveria se adaptar ao que já está acontecendo”, o que eles imaginam? Cidades realocadas para lugares mais altos? Estradas e ferrovias mudadas para o interior? Rios desviados? Terras aráveis abandonadas? Regiões despovoadas?

A biotecnologia e as preocupações jurídicas. Entrevista especial com Taysa Schiocchet

Quarta, 26 de março de 2014  “O Direito trata os conhecimentos tradicionais como bens socioambientais, pois estão relacionados à prática cultural do meio social dessas coletividades e à manutenção e equilíbrio do meio ambiente em que vivem, na medida em que participam, através deste conhecimento, do manejo ecológico do ecossistema”, diz a pesquisadora.

MST – um fermento na democratização do Brasil

  “Não foi e não é a legalidade em si que move o MST, mas é a legitimidade da condição de cidadania, entendida como direito igual de todas e todos.”, escreve Cândido Grzybowski, sociólogo e diretor do Ibase, em artigo publicado pelo Canal Ibase, 25-01-2014.

ProSavana: o Brasil agora exporta latifúndios?

Em Moçambique, camponeses reagem a programa de “modernização” nipo-brasileiro. Promete elevar produtividade mas introduziria, de contrabando, monocultura, agrotóxicos e concentração fundiária.