Migrações são o grande desafio do planeta, além das mudanças do clima

Amelia Gonzales – 20 Dezembro 2018 Foto: Pixabay  O pacto entre os países assinado pelas Nações Unidas não é vinculante, ou seja, não há obrigatoriedade de cumpri-lo. Foi estudado com o objetivo de ordenar as migrações pelo mundo, já que são, hoje, 258 milhões de pessoas que estão fora de seus territórios em busca de outro, escreve Amélia Gonzales, jornalista e ambientalista, em artigo publicado por G1, 19-12-2018.

Um Plano Marshall para a África

Anselmo Borges – 15 Setembro 2018 Foto: Por Un Sahara Libre.org Hoje, os africanos podem viver em condições difíceis e em lugares recônditos, mas em qualquer sítio há possibilidade de aceder através da internet à situação da Europa, e a Europa aparece como um paraíso e, portanto, vão querer vir. Depois, com a desertificação de África, vão aparecer milhões de africanos às portas da Europa, concretamente da Europa do Sul. Então, é necessária a grande política, e por isso é que eu, há muito tempo, sou defensor de um Plano Marshall para África. Para que se desenvolvam lá.

‘Um vulcão que entrou em erupção’: como é a vida em Pacaraima em meio à crise de imigração na Venezuela

Paula Adamo Idoeta – 21 Agosto 2018 Foto:  Emigrantes venezuelanos / Marcela Camargo – Agência Brasil Há cerca de um ano e meio, o padre Jesús, da Paróquia de Pacaraima, servia cerca de 80 cafés da manhã por dia para venezuelanos que cruzavam a fronteira em busca de condições melhores de vida. Hoje, a paróquia se vê forçada a ofertar 1,7 mil refeições – um café com leite e um pão – diariamente, com a intensificação da crise migratória na divisa entre Roraima e a Venezuela.”E muitas pessoas dizem que esse é o único alimento que levam à boca durante todo o dia”, conta ele à BBC NewsBrasil por telefone. A reportagem é de Paula Adamo Idoeta, publicada por BBC Brasil, 20-08-2018.

Os EUA de Trump revivem os zoológicos humanos

  Ariel Dorman – 16/07/2018   Foto: Indianos da Região do Malabar (sudoeste do país) exibidos no Jardin d’Acclimatation (Paris), talvez o mais famoso zoológico humano na virada do século XIX para o XX(Foto: Outras Palavras) Encarceramento de crianças retoma uma história do colonialismo, cuidadosamente esquecida: as exposições em que indivíduos dos “povos primitivos” eram apresentados como animais nas capitais “cultas” do Ocidente. Por Ariel Dorfman | Tradução: Inês Castilho e Mauro Lopes

Papa manda recado aos ricos: “parem de pisotear pobres, migrantes e refugiados”

Inés San Marín – 07 Julho 2018 Foto: Paul Haring – O Papa Francisco celebra a missa na ilha italiana de Lampedusa.  Em 8 de julho de 2013.  Segundo o Papa Francisco, a única resposta razoável aos desafios apresentados pela migração contemporânea é “solidariedade e misericórdia”, menos preocupação com cálculos políticos e mais com uma distribuição equitativa de responsabilidades. A reportagem é de Inés San Martín, publicada por Crux, 06-07-2018. A tradução é de Victor D. Thiesen.

Ameaças para a humanidade

Anselmo Borges- 02/03/2018 Foto: https://static.fnac-static.com “Cientistas sérios anunciam que, antes de meados do século, o poder das máquinas interconectadas escapará aos humanos. As consequências, até agora imprevisíveis, poderiam constituir a mais global das ameaças, mas também a entrada numa era de potencialidades ilimitadas para o bem-estar da espécie. Uma e outra são possíveis, pois cair-se-ia de repente no totalmente inexplorado.”

Sudão do Sul: O professor que guia sua gente entre a guerra e a fome

Robert Ocan conduz parte dos mais de dois milhões de refugiados sul-sudaneses em seu êxodo e exílio Javier Sauras | Michele Bertelli  – 29 SET 2017  Foto: Javier Sauras – Assim é a realidade na região sul-sudanesa de Equatória Oriental, na fronteira com Uganda, onde os jovens armados fazem patrulhas para proteger o seu gado.  “Acreditei que depois da independência a guerra acabaria. Nunca pensei que voltaria para um campo de refugiados”, reconhece o professor, enquanto ajuda seus novos vizinhos a erguerem suas tendas. “E nunca acreditei que meus filhos também fossem crescer como refugiados.”

As Feridas abertas do Sudão do Sul

UMA HISTÓRIA CONTADA AO LONGO  DE CINCO ANOS Fabio Bucciarelli  Tradução: Orlando Almeida A última vez que estive no Sudão do Sul foi em 2014. Desde então passaram-se três anos, um tempo relativamente curto, mas  suficiente para mudar os equilíbrios e as ilusões de um novo Estado. Desde então, não parei de acompanhar as intrincadas dinâmicas política nacional do país, de lembraras esperanças encontrados e fé do povo num futuro democrático. Eu pensava como estariam as pessoas que eu havia conhecido e o que teria acontecido com os milhares de migrantes acampados em Mingkaman, nas margens do grande Nilo Branco.

Merkel diz que já não se pode confiar nos aliados após as cimeiras da NATO e do G7

Sem nunca o mencionar, a chanceler fez o balanço da participação de Donald Trump nos dois fóruns internacionais. “Nós, europeus, temos de agarrar as rédeas do nosso próprio destino”, disse.  PÚBLICO – 28 de Maio de 2017  Foto: Reuters/Jonathan Ernst A Europa já não pode confiar totalmente nos seus aliados, disse neste domingo a chanceler alemã, comentando o resultado das cimeiras da NATO e do G7:  “temos que saber que termos que ser nós a lutar pelo nosso futuro e pelo nosso futuro como europeus”.