Em tese de doutorado, pesquisadora denuncia a farsa da crise da Previdência Social no Brasil forjada pelo governo com apoio da imprensa
Com argumentos insofismáveis, Denise Gentil destroça os mitos oficiais que encobrem a realidade da Previdência Social no Brasil. Em primeiro lugar, uma gigantesca farsa contábil transforma em déficit o superávit do sistema previdenciário, que atingiu a cifra de R$ 1,2 bilhões em 2006, segundo a economista. O superávit da Seguridade Social – que abrange a Saúde, a Assistência Social e a Previdência – foi significativamente maior: R$ 72,2 bilhões.
Israel, país culturalmente aberto?
Ministério da Educação de Telaviv veta romance sobre caso de amor entre uma judia e palestino e abala crença na suposta liberalidade israelense. Em sentença claramente xenófoba, Dalia Fenig, o alto funcionário do ministério que anunciou o veto, afirmou que ele foi motivado pela necessidade de “preservar a identidade da nação”. Além disso, segundo o jornal britânico The Guardian, autoridades temem que a obra “estimule casamentos inter-raciais”… Antonio Martins – 01/01/2016
Assim se desfaz a herança do Lulismo
Foto: Suicídio e tragédia: Eles debatem “medidas pontuais”, mas não ousam questionar a oligarquia financeira Em meio a uma crise que se aprofunda, Dilma e Lula encontram-se em Brasília – mas parecem incapazes de enfrentar a armadilha financeira em que aprisionaram a si próprios e ao país. Antonio Martins – 7 de janeiro de 2016
O que o Brasil não deve, mas paga, e o que deve e não paga
“Perto do que se tem dito e ouvido sobre operações da policia Federal para investigar e punir corruptores e corruptos – Operação Zelotes e Lava Jato – a desenvoltura dessa técnica da Receita Federal em lidar com aqueles dados complexos, ligados ao mundo financeiro, misteriosos para a maioria do povo, por ela colocados em linguagem acessível à maioria, revela uma gigantesca, continuada e injustificável sangria do nosso dinheiro, para pagar o que não devemos, e bem superior ao volume de dinheiro cobrado naquelas investigações”, escreve Jacques Távora Alfonsin, procurador aposentado do Rio Grande do Sul e membro da ONG Acesso, Cidadania e Direitos Humanos.”
O INIMIGO NÚMERO UM DO VATICANO
Um dia Fittipaldi recebeu uma estranha carta com uma lista de propriedades imobiliárias da Igreja em Londres, Paris e Roma avaliadas em 4 bilhões de euros (17 bilhões de reais). Investigou a fundo e conseguiu fazer várias fontes denunciarem um bom número de negócios obscuros da cúria vaticana. Revelou tudo em suas reportagens publicadas pelo semanário L’Espresso e agora em Avarizia (Avareza), um livro que revela os segredos da Igreja e que pode lhe render oito anos de prisão por causa de um processo aberto contra ele.
Uma agenda prioritária de defesa dos direitos sociais para 2016
Jacques Távora Alfonsin – 05/01/2016 “Quem defende direitos humanos fundamentais sociais tem muito o que fazer neste novo ano de 2016. Se ficar só comparando a chamada correlação de forças políticas, de defesa e de luta contrária a esses direitos, não vai se mexer”, escreve Jacques Távora Alfonsin, procurador aposentado do estado do Rio Grande do Sul e membro da ONG Acesso, Cidadania e Direitos Humanos.
A sociedade do cansaço e do abatimento social
Leonardo Boff – 05/01/2016 Há uma discussão pelo mundo afora sobre a “sociedade do cansaço”. Seu formulador principal, é um coreano que ensina filosofia em Berlim, Byung-Chul Han, cujo livro com o mesmo título acaba de ser lançado no Brasil (Vozes 2015). Independentemente das teorizações, vivemos numa sociedade do cansaço. No Brasil além do cansaço sofremos um desânimo e um abatimento atroz.”
Na Síria todos perguntam onde está Deus”, diz Irmão Aloïs, de Taizé: “
29/12/2015 – Foto: O irmão Aloïs, de Taizé, durante a meditação de segunda-feira à noite, em Valência. O irmão Aloïs, de Taizé, disse hoje em Valência (Espanha) que, na Síria, toda a gente pergunta “porquê tanta violência” e “onde está Deus”.
Vaticano: Entrada em vigor do acordo geral que reconhece Estado da Palestina
Foto: Osservatore Romano 02 de Janeiro de 2016 Documento reafirma apoio da Igreja Católica a uma solução «negociada e pacífica» para a crise na região.
A carta de um refugiado
Foto: Acnur/Achilleas Zavallis Chitungane Sebastião “Dizem que venho roubar as casas que seriam para os vossos “sem-abrigo”. O que é que já foi feito por eles? Ou só se lembram deles quando é conveniente? Não te acuso, pergunto.”