As “maravilhas” de Portugal

ANSELMO BORGES, 17 de novembro de 201 Há um conjunto de questões que precisam urgentemente de um consenso mínimo nacional, com duração suficiente para a sua avaliação, referentes à educação, à justiça, à saúde, à segurança social “Mesmo do ponto de vista económico-financeiro, desconfio da afirmação de que chegou o fim da austeridade” “Incomoda-me sumamente a falta de racionalidade no país”. “E há o laxismo no cumprimento da lei”. “E há alguma falência do que é estruturante”.

“O poder do mercado é abuso de poder”. Entrevista com Joseph Stiglitz

   Álvaro Guzmán Bastida, Ignasi Gozalo Salellas e Héctor Muniente Sariñena. 17/11/2018 O mundo parece decidido a deixar Joseph Stiglitz fora do jogo. Após assessorar o governo Bill Clinton e liderar o Banco Mundial em meados e fins dos anos 1990 e de ganhar um Prêmio Nobel em 2001, o economista da Universidade de Columbia passou a ser um dos críticos mais agudos tanto do abandono da classe trabalhadora, por parte do Partido Democrata, como – de maneira chave – das desigualdades e desequilíbrios de poder originados pela globalização nos países do Sul.

Referência no exterior, Brasil não faz dever de casa na área ambiental

  Daniele Bragança – 17 Novembro 2018 Foto: Parque Nacional da Tijuca, no Rio. /  Peterson de Almeida/Wikipédia.  O país que guarda a maior biodiversidade do mundo vive uma dualidade: por um lado é protagonista nos acordos ambientais internacionais, com posição de destaque nas mesas de negociações e referência para outros países. Por outro, possui uma estrutura governamental frágil para atender aos desafios de gerir tamanho patrimônio. A reportagem é de Daniele Bragança, publicada por ((o)) eco, 11-11-2018.

Escolha de Ernesto Araújo para chanceler põe em risco liderança ambiental brasileira

Observatório do Clima – 16 Novembro 2018  “É estarrecedora a escolha do embaixador Ernesto Araújo como ministro de Relações Exteriores. Sua nomeação contraria uma longa tradição da política externa brasileira e traz o risco de tornar o Brasil um anão diplomático e um pária global. O radicalismo ideológico manifesto nos escritos do futuro ministro cria, ainda, uma ameaça para o planeta, ao negar a mudança do clima e, presumivelmente, os esforços internacionais para combatê-la”, afirma a nota da coordenação do Observatório do Clima, 15-11-2018.

Centrais anunciam propostas e atos para barrar a reforma da Previdência

Tatiana Merlin – 13/11/2018 / Foto: Roberto Parizotti – CUT  Contra a reforma da Previdência de Bolsonaro, CUT e demais centrais lançaram, nesta segunda-feira, documento com princípios gerais que garantem a universalidade e o futuro da Previdência e da Seguridade Social. A reportagem é de Tatiana Merlin, publicada por Central Única dos Trabalhadores – CUT, 12-11-2018.

Símbolo da fome no Iêmen, menina de 7 anos morre perto de hospital

  Tyler Hicks/The New York Times-  Agência Estado 03/11/2018 Mesmo doente, Amai Hussain foi liberada pelos médicos: os pais não tinham dinheiro para enviá-la a hospital do Médicos Sem Fronteiras O olhar assombrado de Amal Hussain, uma garota de 7 anos cuja imagem deitada em uma cama de hospital no norte do Iêmen se tornou o símbolo da fome no país, parecia resumir as terríveis circunstâncias de seu Estado devastado pela guerra.

Um “novo dia na América” mas não no mundo

  Teresa Sousa – 7 de Novembro de 2018 Imagem: Público Com a agenda interna bloqueada, Trump, como outros antes dele, tenderá a concentrar-se na política externa, procurando arrecadar rapidamente alguns sucessos e continuando a destruir a ordem liberal que os EUA construíram depois da Guerra.

Manifesto internacional contra o fascismo no Brasil

 – 19/10/2018 “A decisão que o povo brasileiro tomará no segundo turno das eleições presidenciais constituirá uma escolha de transcendental importância entre a liberdade e o pluralismo e o obscurantismo autoritário, com impactos duradouros não só para o Brasil mas para toda a América Latina e Caribe e o mundo. Conclamamos as brasileiras e brasileiros a refletirem sobre a gravidade deste momento histórico. Entre a democracia e o fascismo não pode haver neutralidade!

Orbán, Trump, Bolsonaro: como chegámos até aqui?- II

Se Bolsonaro chegar à Presidência, devem os brasileiros preparar-se para uma versão séc. XXI do fascismo?   Manuel Loff – 20/10/20187 Fotos: Reprodução da Internet “Bolsonaro no poder será sempre violência de Estado; não que ela seja novidade, mas haverá mais, e mais legitimada.  E, além dela, haverá a violência praticada por quem se sente politicamente legitimado pela ideologia do Estado.”