Contar sobre a ditadura até que a história crave nos ossos dos mais jovens

 “Lembrar é fundamental para que não deixemos certas coisas acontecerem novamente. Que o Supremo Tribunal Federal reconsidere e afirme que crimes contra a humanidade, como a tortura, não podem ser anistiados, nunca”, escreve Leonardo Sakamoto *, em artigo publicado em seu blog, 01-04-2014.

África: Continente amordaçado

Pe. José Vieira*   A maioria dos países da África ocupa a cauda da tabela mundial da liberdade de informação, consequência de conflitos, terrorismo e totalitarismos. Um quadro deprimente.

Cardeal O’Malley lidera os bispos na visita à fronteira com o México

Sexta, 04 de abril de 2014 card. O´Maley  A curta peregrinação através das areias do deserto parou onde tinha que parar: na cerca de 6 metros de altura que separa a localidade de Nogales (no Arizona) do México. E aí o cardeal Sean P. O’Malley e outros oito bispos católicos americanos fizeram o que os padres e bispos fazem sempre: rezaram uma missa.

A incrível atualidade de documentário sobre Roberto Marinho

50 anos do Golpe Militar. “Muito Além do Cidadão Kane”: a incrível atualidade do único documentário sobre Roberto Marinho. “Meio século após o golpe, “Muito Além do Cidadão Kane” reforça esse ponto: um relato honesto e abrangente sobre a ditadura tem, obrigatoriamente, de levar em conta o protagonismo da TV Globo e de Roberto Marinho.

A biotecnologia e as preocupações jurídicas. Entrevista especial com Taysa Schiocchet

Quarta, 26 de março de 2014  “O Direito trata os conhecimentos tradicionais como bens socioambientais, pois estão relacionados à prática cultural do meio social dessas coletividades e à manutenção e equilíbrio do meio ambiente em que vivem, na medida em que participam, através deste conhecimento, do manejo ecológico do ecossistema”, diz a pesquisadora.

A Petrobras e a falácia da austeridade fiscal

Jaciara Itaim – Carta Maior  O caso da Petrobras retira o véu da disparidade com que são tratadas as verbas públicas. Quando se trata do mundo dos negócios, o céu é o limite. Muito tem sido comentado, ao longo dos últimos dias, a respeito dos inúmeros equívocos cometidos pelos dirigentes da Petrobrás no “affaire” associado à compra da destilaria em Pasadena, nos EUA.

O golpe e a construção da dependência financeira brasileira.

Entrevista especial com Fábio Antonio de Campos  Terça, 01 de abril de 2014   “A ditadura serviu para garantir a expansão da industrialização pesada dinamizada pelo capital internacional em proveito dos diferenciais do mercado interno, estabelecidos pela elevada concentração de renda que garantia a valorização à custa da superexploração do trabalho”, avalia o economista.

Empresários que apoiaram o golpe de 64 construíram grandes fortunas

Com mestrado na Pontifícia Universidade Católica (PUC) de São Paulo sobre os empresários e o golpe de 64 e em fase de conclusão do doutorado sobre os empresários e a Constituição de 1988, o professor Fabio Venturini esmiuçou os detalhes de “como a economia nacional foi colocada em função das grandes corporações nacionais, ligadas às corporações internacionais e o Estado funcionando como grande financiador e impulsionador deste desenvolvimento, desviando de forma legalizada — com leis feitas para isso — o dinheiro público para a atividade empresarial privada”.

Tortura: missão cumprida

Muitos artistas quando se mandaram para o exílio deixaram composições atemporais, como Aquele Abraço (Gilberto Gil), London London (Caetano Veloso) e Samba de Orly (Chico Buarque): “Vai, meu irmão, pega esse avião, você tem razão de correr assim…” Outras relatavam o que acontecia por aqui para os que estavam por lá, como O Bêbado e Equilibrista (João Bosco), que homenageava Clarice Herzog e todas as Marias: “Que sonha com a volta do irmão do Henfil, com tanta gente que partiu, num rabo de foguete. Chora, a nossa Pátria mãe gentil, choram Marias e Clarices, no solo do Brasil…”