Desfazendo “mitos” eleitoreiros

Mais uma vez nos encontramos em período eleitoral. E nesta época sempre aparecem os “mitos”, uma vez que os brasileiros costumam discutir política não com a razão, mas com a emoção, com a mesma paixão que discutem futebol nos botequins das esquinas. Neste período, assim como acontece na discussão sobre futebol, aparecem 200 milhões de “cientistas políticos”, cada um pretendendo arrogantemente entender de política mais do que os outros.

O segredo do poder do capitalismo e a evangelização (Parte final).

Jung Mo Sung*   19-09-2014 – Adital Nesta série de artigos sobre o segredo do poder do capitalismo, eu procurei mostrar que o poder fundamental do sistema capitalista global não reside na sua força política ou militar, nem no seu poder econômico, mas no seu poder “espiritual”; na sua capacidade de cooptar os desejos mais profundos dos seres humanos e direcioná-los para a obsessão pelo consumo e de controlar o modo de pensar da sociedade de tal forma que o sistema de mercado livre é visto como o único caminho (no artigo anterior).

  Os partidos terão futuro se tiverem menos de partido

As pesquisas sobre as eleições brasileiras estão revelando que os brasileiros votam nos protagonistas segundo seu coração e não seguindo as complexas e às vezes absurdas alianças feitas pelos partidos. Não votam em um candidato para a presidência, por exemplo, porque é apoiado pelo partido, o governador ou o deputado. A reportagem é de Juan Arias, publicada pelo jornal El País, 14-09-2014.

O voto nulo no lugar da esperança

Cartaz da Frente pelo Voto Nulo na rua da Consolação, em São Paulo  Desilusão com falta de unidade na esquerda e “revolta latente” desde junho de 2013 levam coletivos a buscar adeptos.

Médio Oriente: Grupos extremistas «não podem ser identificados com a religião»

Constitucionalista André Folque abordou em Fátima «a experiência do diálogo interconfessional» Fátima, Santarém, 11 set 2014 (Ecclesia) – O constitucionalista André Folque considera que a violência que marca hoje países como o Iraque e a Síria nada tem a ver com religião, o que está em causa é a instrumentalização da fé em favor da tomada de poder.

“As empresas não votam, mas são elas que elegem”

Quarta, 10 de setembro de 2014 “É preciso que um conjunto de medidas aconteça para que se possa moralizar as eleições brasileiras”, diz o secretário-geral da ONG Contas Abertas .“As eleições não só são caras, como estão cada vez mais caras, fazendo com que o poder econômico se torne, a cada eleição, mais significativo”, pontua.

Aécio Neves do PSDB

Tiago de França da Silva   – Adital Com este artigo iniciamos uma série de reflexões a respeito das eleições deste ano. Discorreremos, inicialmente, sobre alguns aspectos que chamam a atenção na maneira dos três principais candidatos à presidência da República fazerem política. 

”É guerra religiosa”, diz a revista La Civiltà Cattolica  

Cada linha da La Civiltà Cattolica passa previamente pelo crivo das autoridades vaticanas, que autorizam ou não a sua impressão. Portanto, não deve passar despercebido o editorial da última edição da revista dos jesuítas de Roma, assinado pelo padre Luciano Larivera e intitulado: “Parar a tragédia humanitária no Iraque“.

A disputa política é movida pelo terreno difuso das emoções

“Há uma insatisfação indefinida, uma inclinação genérica contra as instituições, as pessoas querem que as instituições funcionem. É isso que está resgatando as jornadas de junho de 2013, e os manifestantes estão encontrando em Marina esta saída”, avalia o sociólogo.  De acordo com Baía, o programa de Marina é mais detalhado do que o dos demais candidatos, mas “o eleitor não está levando em conta nenhum tipo de proposta, nem para aceitar nem para rejeitar; (…) 80% do eleitorado trabalha na emoção, porque o que move é a emoção, o que move são os afetos, e Marina preenche bem isto, especialmente os afetos de simpatia.