A força de Xi Jinping e a busca chinesa pela liderança global no século XXI

José Eustáquio Diniz Alves – 17 Janeiro 2019 Foto: Wikipedia  “Toda esta estratégia chinesa para alcançar a paridade ou superar os Estados Unidos como a superpotência global depende de dois fatores básicos: 1) altas taxas de poupança e investimento e 2) superávits comerciais e em conta-corrente como fonte de recursos para ampliar a presença no mundo”, escreve José Eustáquio Diniz Alves, doutor em demografia e professor titular do mestrado e doutorado em População, Território e Estatísticas Públicas da Escola Nacional de Ciências Estatísticas – ENCE/IBGE, em artigo publicado por EcoDebate, 16-01-2019.

Acordo do “Brexit” chumbado (não aprovado) pelo parlamento Britânico

Sapo Notícias – 15 jan, 2019  Foto: Zap Notícias AEIOU.pt Foi a maior derrota parlamentar para um primeiro-ministro britânico na era moderna. Oposição anuncia moção de censura e União Europeia lamenta chumbo do acordo. Os deputados britânicos chumbaram esta terça-feira o acordo para uma saída ordenada alcançado entre o Reino Unido e a União Europeia. Um total de 432 parlamentares votaram contra o entendimento. Apenas 202 pronunciaram-se favoravelmente.

O mapa mundi se povoou de ultradireitistas. De Le Pen e Salvini na Europa, passando por Duterte, nas Filipinas, até Bolsonaro, no Brasil

  Eduardo Febbro – 12 Janeiro 2019 – Imagem: blogdapoliticabrasileira.com  “Todos chegaram ao poder ou ao Parlamento com a mesma narrativa: a oposição do povo às elites, sejam elas políticas ou econômicas. Essa é uma das características as extremas direitas ressuscitadas. A outra característica foi definida com pertinência pelo professor de filosofia e cientista político Yves Charlees Zarka: ‘o que caracteriza o populismo de hoje é que esse se desenvolve nas sociedades democráticas cujas populações estão dotadas de um alto nível de educação’”, escreve Eduardo Febbro, em artigo publicado por Página/12, 11-01-2019. A tradução é de André Langer.

Trump, um homem preso em seu muro

Como aquilo que nasceu como um símbolo para se conectar com as bases se tornou o centro da agenda política do presidente Pablo Guimón – 10/01/2019  Foto: O presidente Donald Trump diante da entrada do Capitólio? Chip Somodevilla – AFP     O muro de Trump entrará na história como um prodígio do marketing político e um paradigma dos perigos que implica levá-lo às últimas consequências. A ideia foi forjada na excêntrica corte de assessores do magnata imobiliário quando este começou sua corrida presidencial, por volta de 2014. A indisciplina do candidato, incapaz de se ater a um roteiro, levou seus conselheiros a buscar um slogan para garantir que falasse sobre imigração, um assunto que tinham identificado como o cavalo vencedor que o levaria à Casa Branca.

Esquerda brasileira deixou parte dos cristãos no colo da direita

O estado é laico, mas as pessoas não. A maioria das pessoas são religiosas e precisamos respeitá-las; e muito mais importante: compreendê-las Wagner Francesco – 11/01/2018 –  Foto: abstrato-azul-vermelho / pixabay – IHU Sendo a religião, como acertadamente Marx diz, o suspiro da criatura oprimida, é preciso escutar este suspiro, entender que suspiro é este e de que modo a religião atua como mecanismo contra a opressão. A religião não é opressora, mas pode atuar como mecanismo de opressão, bem como de libertação. O artigo é de Wagner Francesco, teólogo e advogado, publicado por CartaCapital, 10-01-2019.

O sonho de Xi, o pesadelo de Trump

Juan Manuel Karg – 12/01/20119 Imagem: Cambio politico  O ano de 2019 começou com força para a República Popular da China: aterrissou na parte escura da Lua, aquela que não é visível da Terra, algo que ninguém havia conseguido anteriormente. É um fato sem precedentes para um país que entrou quatro décadas mais tarde na corrida espacial mundial e que os Estados Unidos impediram de participar da Estação Espacial Internacional. Foi apenas em 2003, depois da já então extinta União Soviética e dos próprios Estados Unidos, que a China mandou um homem para o espaço.  A reportagem é de Juan Manuel Karg, publicada por Página/12, 11-01-2019. A tradução é de André Langer.

Félix Tshisekedi diz que”serei Presidente de todos os congoleses”

Eleições na República Democrática do Congo   Agência Lusa – 10/02/2019 Foto: Oservador Felix Tshisekedi foi o candidato da oposição que venceu as eleições na República Democrática do Congo. Ele recebeu mais de sete milhões de votos, contra mais de seis milhões arrecadados por outro candidato da oposição. Emmanuel Shadary, apoiado pelo Governo, obteve mais de quatro milhões. Foto: STEFAN KLEINOWITZ/EPA

O que é o ‘lado escuro da Lua’ e por que a China quis chegar lá

  BBC – 03/01/2019 Direito de imagem EPA/CNSA Image caption:  A China já compartilhou as primeiras imagens da superfície o lado desconhecido da Lua A China anunciou que chegou ao “lado escuro da Lua”. Uma sonda chinesa pousou com sucesso às 10h26 do horário de Pequim, ou pouco depois de meia-noite de Brasília, segundo informou a mídia estatal chinesa. A sonda não tripulada Chang’e-4, uma espécie de “rover”, pousou na Bacia do Polo Sul-Aitken, como é conhecida uma enorme cratera que fica no lado oculto da Lua. A sonda carrega instrumentos consigo para analisar a geologia de uma região nunca explorada antes e conduzir experimentos biológicos.

Almoços grátis?

  O «amigo chinês» ajuda, mas também cobra   JOSÉ VIEIRA, Missionário comboniano – Dezembro de 2018  Foto: Daqui – Chineses em cima, africanos em baixo. A presença maciça de chineses no continente está a mudar o modo como a ajuda de Pequim é percebida pelo cidadão comum. Os chineses são vistos como competidores privilegiados na economia local, desde a produção até ao retalho, legal e ilegalmente, e misturam-se com as máfias autóctones. Junta-se ainda a questão do racismo de que se queixam os quenianos que trabalham para os chineses na ligação ferroviária entre Nairobi e Mombaça.