“Sprint final”: Merkel e Macron admitem que acordo para Brexit está próximo
Diário de Notícias, Lisboa – 16 Outubro 2019Merkel e Macron / © EPA/GUILLAUME HORCAJUELO Chanceler alemã e presidente francês confiantes num acordo na véspera do Conselho Europeu. Mais cedo, Tusk dizia acreditar num acordo já esta quarta-feira. Estamos no “sprint final”, disse Angela Merkel. O acordo “está a ser finalizado”, indicou Emmanuel Macron.
Bispos franceses não podem ficar alheios à crise dos ”Coletes Amarelos”
Arnaud Bevilacqua – 22/01/2019 Foto: noticiasaominuto.com Tanto as lideranças políticas quanto eclesiais são chamadas a ouvir aqueles que estão em contato com os que não têm voz. Um mês depois de os bispos franceses pedirem diálogo e debate para acabar com a crise dos Coletes Amarelos, o padre Grégoire Catta SJ, diretor do Serviço Família e Sociedade da Conferência dos Bispos da França, faz um retrospecto da mobilização da Igreja local sobre a questão. A reportagem é de Arnaud Bevilacqua, publicada em La Croix Internacional, 21-01-2019. A tradução é de Moisés Sbardelotto.
A revolta dos esquecidos
“trata-se de reconhecer que o fim de um mundo não é o fim do mundo. Mas o sinal do surgimento de um novo mundo!“ Michel Maffesoli, Hélène Strohl, 20/12/2018 Foto: Sebastien Huette – Flickr “Estamos em uma crise, não primeiramente econômica ou social, mas numa verdadeira mudança de paradigma: a política é a gestão, a regulação da convivência, do viver juntos. É a ritualização da violência, a rivalidade homeopática, a regulação de várias paixões e emoções coletivas muitas vezes contraditórias. Essa política foi constituída na modernidade (século XVIII-XX) em democracia representativa“. O artigo é de Michel Maffesoli, professor emérito da Sorbonne, e Hélène Strohl, Inspetora Geral Honorária de Assuntos Sociais, publicado por Correio do Povo, 15-12-2018.
França. Os coletes amarelos não se abrandam
Eduardo Febbro – 07 Dezembro 2018 Foto: Mises Brasil – O governo francês, um dos mais ativistas na causa das mudanças climáticas, quer reduzir o consumo de petróleo. Mas gerou uma revolta ao aumentar o preço do diesel. O Executivo francês não encontrou ainda a receita para abrandar os “coletes amarelos” (colete obrigatório para motoristas na Europa, se precisarem sair do carro para concertos… – NdR) para que nesse final de semana a capital Paris escape da hostilidade dos injustiçados sociais. O macronismo começou a cambalear quando o chefe do Estado estava na Argentina. O artigo é de Eduardo Febbro, publicado por Página/12, 06-12-2018. A tradução é de Wagner Fernandes de Azevedo.
Um “novo dia na América” mas não no mundo
Teresa Sousa – 7 de Novembro de 2018 Imagem: Público Com a agenda interna bloqueada, Trump, como outros antes dele, tenderá a concentrar-se na política externa, procurando arrecadar rapidamente alguns sucessos e continuando a destruir a ordem liberal que os EUA construíram depois da Guerra.
S.O.S. cristãos (2)
Anselmo Borges, 22/06/2018 Foto: Cristãos perseguidos no Iraque Depois do ataque às Torres Gémeas, o grande filósofo J. Derrida escreveu num livro publicado com outro grande filósofo, J. Habermas, Le Concept du 11 Septembre: “É preciso ajudar o que se denomina islão, o que se denomina árabe, a libertar-se de dogmatismos violentos. É preciso ajudar os que lutam heroicamente nesse sentido a partir do interior.”
Irã gera rara demonstração de unidade entre Berlim e Moscou
Em reunião na Rússia, ministros do Exterior alemão e russo defendem que acordo nuclear iraniano deve ser mantido após a saída dos EUA. Maas pede que Moscou use sua influência para convencer Teerã a permanecer no pacto. DW – 10/05/2018 Foto: Reuters / S Karpukhin – Os ministros do Exterior alemão, Heiko Maas, e russo, Serguei Lavrov, em encontro em Moscou. Em reunião na Rússia, ministros do Exterior alemão e russo defendem que acordo nuclear iraniano deve ser mantido após a saída dos EUA. Maas pede que Moscou use sua influência para convencer Teerã a permanecer no pacto.
A Bela e a Fera. O encontro de Macron com Trump
Eduardo Febbro – 26 Abril 2018 “A cena de fundo desse antagonismo entre Macron e Trump poderia ser sintetizada como um intercâmbio entre a Bela e a Fera. Enquanto o presidente francês ofereceu a Trump a possibilidade de um acordo revisado, Trump, diante de seu convidado, qualificou o acordo de 2015 como ‘ridículo, insano e terrível’ e advertiu que se Teerã reativasse o programa nuclear ‘haveria um problema maior que nunca’”. A análise é de Eduardo Febbro, em artigo publicado por Página/12, 25-04-2018. A tradução é de André Langer.