Distopia 2050
John Feffer – 18/08/17 Começou há 33 anos. O monstro pedia mais combustíveis fósseis; não fomos capazes de freá-lo. Então, emergiu a AntiPolítica. Parece tão distante… agora, as crianças já não podem compreender o que eram países, ou sociedades John Feffer é autor da novela distópica “Spllinterlands”. É diretor do Foreign Policy in focus no Instituto para Estudos Políticos [Institute for Policy]
Espanha. O atentado terrorista em Barcelona. Por que tanto ódio cego?
(Damiano Serpi – © copyright) – 19/08/2017 – (aos cuidados da Redação “Il sismografo”) Foto: Sergio Perez/Reuters – Homenagens em Barcelona: “Não há iminência de novos ataques”, disse ministro do Interior da Espanha “Não há dúvida de que estes novos portadores da morte foram doutrinados, que certas concepções desviadas de fé condicionaram as suas decisões de forma preponderante. Não há dúvida de que muitos deles usam como bandeira o nome de Alá, etc. Mas por que odeiam assim até quererem ver-nos mortos no meio de uma praça ou na frente de um centro comercial?
O Brasil fez-se enorme com este herói/vilão dos confins do Alentejo
SÉRIE “SERÁ QUE NA MINHA TERRA AINDA SE LEMBRAM DE MIM?” CARLOS DIAS 7/08/17 António Raposo Tavares nasceu numa pequena aldeia de Mértola em 1598 e daqui partiu com 20 anos rumo ao Brasil para realizar a primeira expedição de reconhecimento geográfico entre o Atlântico e a cordilheira andina, o trópico de Capricórnio e o Equador. Percorreu 12.000 quilômetros. …“Foi o maior de todos os bandeirantes”, assinala o historiador português Jaime Cortesão na sua obra “Raposo Tavares e a formação territorial do Brasil”, editada em 1958.
“Brexit”: nem a data para o início das negociações é agora garantida
Ana Fonseca Pereira – 12 de Junho de 2017 Foto: Davidson foi convidada para a primeira reunião do novo governo Hannah McKay/Reuters “Governo britânico garante que posição de Londres para a saída da UE mantê-se inalterada. Mas Ruth Davidson, líder dos conservadores escoceses, diz que “poderá haver alterações no plano”. “Os eleitores disseram que querem que sejamos nós a governar, mas também disseram que querem que trabalhemos com os outros – é isso que significa não ter maioria.”
Jeremy Corbyn revela: outra esquerda é possível
Avanço dos trabalhistas ingleses, e de seu líder rebelde, envia um sinal. Antonio Martins – 10/06/2017 Foto: Theresa May e Jeremy Corbyn “A ministra conservadora convocou eleições antecipadas. Alegava precisar de força para negociar, em melhores condições, a saída do Reino Unido da União Europeia – o chamado Brexit. No fundo, acreditava no mito da morte dos adversários. À época, as pesquisas eleitorais sugeriam que teria 24 pontos de vantagem sobre os trabalhistas – e que Corbyn, humilhado, não teria outra alternativa exceto renunciar.”
Macron deixa porta da UE aberta. Cameron e ministro de May apoiam soft Brexit
Nas primeiras declarações depois das eleições que tiraram a maioria parlamentar a May, David Cameron diz que Parlamento “deve ter algo a dizer” sobre negociações do Brexit PÚBLICO – 14 de Junho de 2017 – Foto: Cameron chama a atenção para peso parlamentar da Escócia, que votou contra o “Brexit” LUSA/GRZEGORZ MICHALOWSKI São cada vez mais os apelos a Theresa May para alterar a sua estratégia negocial sobre a saída do Reino Unido da União Europeia. O ministro das Finanças, Philip Hammond, vai tentar convencer a primeira-ministra a optar por manter o país na união aduaneira, avança o jornal Times, citando várias fontes não identificadas.
EUA: depoimento de ex-diretor do FBI complica situação de Trump
Eduardo Graça, RFI, Nova York –09-06-2017 Foto:RFI Em uma audiência de quase três horas na Comissão de Inteligência dessa Casa, James Comey reafirmou que Trump lhe pediu para deixar em paz seu então conselheiro de Segurança Nacional, o general Michael Flynn. REUTERS/Jonathan Ernst. De acordo com a maioria dos analistas, o depoimento do ex-diretor do FBI, James Comey, no Comitê de Inteligência do Senado na quinta-feira (8), foi ainda mais prejudicial para o presidente americano Donald Trump do que o esperado.
Afinal ainda não há acordo fechado para novo governo britânico
Conservadores e unionistas continuam a negociar, ao contrário do que disse Theresa May no sábado. Público –11/06/17 –Foto: Arlene Foster, líder dos unionistas irlandeses, provável parceiro dos conservadores –Reuters /Stringer O acordo entre os tories e os irlandeses unionistas do DUP foi anunciado sábado à noite, no mesmo dia em que se demitiram os dois chefes de gabinete da primeira-ministra britânica – Nick Timothy e Fiona Hills. Só que, como diz boa parte dos jornais ingleses neste domingo, “está instalada a confusão”.
Nas contas do novo G1+6 sobra combate ao terrorismo e falta tudo o resto
Todos os países do G7 concordam em reforçar a luta contra o Daesh e querem que o Facebook e o Twitter façam mais por isso. Mas em temas como o clima e os refugiados os EUA travaram a hipótese de um consenso. Alexandre Martins – 2605/17 Foto: Donald Trump ainda não tomou decisões sobre o Acordo de Paris Stephane De Sakutin/Reuters Durante a campanha eleitoral norte-americana, Donald Trump prometeu sair desse acordo, que na sua opinião limita as possibilidades de crescimento económico dos Estados Unidos ao travar as emissões de dióxido de carbono. No primeiro dia da cimeira do G7, as discussões confirmaram que Trump não vai comprometer-se com uma decisão nem este fim-de-semana nem nos próximos dias, mas a sua equipa de negociadores fez saber que a posição do Presidente norte-americano em relação ao Acordo de Paris “evoluiu”.
Merkel diz que já não se pode confiar nos aliados após as cimeiras da NATO e do G7
Sem nunca o mencionar, a chanceler fez o balanço da participação de Donald Trump nos dois fóruns internacionais. “Nós, europeus, temos de agarrar as rédeas do nosso próprio destino”, disse. PÚBLICO – 28 de Maio de 2017 Foto: Reuters/Jonathan Ernst A Europa já não pode confiar totalmente nos seus aliados, disse neste domingo a chanceler alemã, comentando o resultado das cimeiras da NATO e do G7: “temos que saber que termos que ser nós a lutar pelo nosso futuro e pelo nosso futuro como europeus”.