Por que os líderes europeus querem conversar com Dilma?
Dilma com Alexis Tsipras: dificuldades gregas são ‘públicas e notórias’ Às margens da cúpula entre Celac (Comunidade de Estados Latino Americanos e Caribenhos) e União Europeia que ocorre em Bruxelas, a presidente Dilma Rousseff teve reuniões com diversos líderes europeus – entre eles os primeiros-ministros da Grécia e Grã-Bretanha e a chanceler (premiê) da Alemanha.
A GEOESTRATÉGIA DE DEUS
6 de Junho de 2015 – Pe. Anselmo Borges Na sequência dos trágicos acontecimentos de Paris, o jornal australiano Weekend Australian publicou um desenho com humor sábio. Intitula-se “Rezemos”. Jesus segura o Alcorão e diz a Maomé: “Já te disse que o Alcorão precisa de um segundo volume, como nós temos o Antigo Testamento seguido do Novo Testamento.” Maomé, que segura um jornal declarando em letras garrafais: “O mundo em guerra”, atira a Jesus: “Ir lá abaixo, à Terra, escrever o segundo volume? Seria crucificado.”
Europa se ‘latinoamericaniza’ e troca Estado de bem-estar por política social à brasileira, diz professora
‘No estágio atual, é guerra: um Estado de Bem-Estar Social não é possível mais em lugar nenhum do mundo’ O que há em comum entre o ajuste fiscal que ameaça retirar direitos dos trabalhadores no Brasil e as medidas de austeridade que levaram milhares de gregos, espanhóis e portugueses às ruas nos últimos meses? Para Sara Granemann, professora da Escola de Serviço Social da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) que acaba de voltar de um pós-doutorado em Portugal, o que está acontecendo nos países da Europa do Sul é um processo de “latinoamericanização”. Sociedades europeias que tinham conquistado importantes direitos sociais, através de revoluções ou da experiência do Estado de Bem-Estar Social, hoje adotam uma “política de mínimos”, em que as políticas sociais se tornam um meio de transferir recursos do fundo público para o capital privado. E esse modelo, segundo Sara, tem, em grande medida, o Brasil como referência mundial.
Pepe Escobar: BRICS sapateiam sobre os EUA na América do Sul
“Incontáveis missões comerciais chinesas abordaram essas praias, sem descanso, mais ou menos como os EUA fizeram entre a Iª e a IIª Guerra Mundial. Numa reunião crucialmente importante em janeiro, com empresários latino-americanos, o presidente Xi Jinping prometeu encaminhar US$ 250 bilhões para projetos de infraestrutura, nos próximos dez anos.”
EUA acordam para Nova Ordem Mundial
Não é possível reduzir a Rússia a cinzas. Não podem vencer na Nova Ordem Mundial (da Seda). Poderiam, isso sim, sentar e conversar O Governo Obama, …, parece finalmente compreender que a estratégia de isolamento da Rússia está esgotada – e que Moscou simplesmente não vai ceder em dois pontos primordiais: a Ucrânia não vai entrar na OTAN e não há possibilidade de as repúblicas populares de Donetsk e Lugansk serem esmagadas, seja por Kiev, pela OTAN ou por quem quer que seja.
NÃO DESISTIR DO ESPÍRITO DO PENTECOSTES
«A Europa, depois de ver o Mediterrâneo transformado num imenso cemitério, resolveu discutir a atribuição, por cada país, dos migrantes que batem à sua porta. Veremos, como diz o cego.» Frei Bento Domingues, O. P. – Público 24/05/2015
Boko Haram: Brutalidade inominável
“…o islamismo tem mudado muito nas últimas três décadas no norte da Nigéria e dos Camarões. Essa mudança pode ser atribuída à influência de correntes islâmicas salafistas e wahabitas, que são promovidas e apoiadas pela Arábia Saudita e mais recentemente, também pelo Qatar. Como resultado, mais e mais estudantes estão sendo enviados para estudar na Arábia Saudita, no Sudão e no Níger.”
Ignacio Delgado: Aécio Neves é o novo Joaquim Silvério dos Reis; achincalha a memória de Tiradentes e do avô
Aécio completa sua conversão ao udenismo e achincalha de vez a memória de Tancredo Neves “Apesar de construir sua carreira política à sombra de seu parentesco com Tancredo Neves, Aécio passou a representar a expressão mais reacionária, na cena brasileira atual, dos herdeiros dos principais adversários do avô. A memória de Tancredo Neves não merece”.
Rússia e o elo mais fraco da corrente europeia
A recente visita do presidente do Chipre, Nicos Anastasiades, à Rússia reafirmou o repúdio por uma parte da União Europeia (UE) à política do bloco que limita as relações políticas e econômicas com o estado russo.
Possível instalação de armamento nuclear constitui uma ameaça à paz e à integração regional
Movimentos colombianos exigem retirada de tropas militares dos EUA do seu país.