Como se cria um monstro

“A história de Emwazi, 26 anos: nasceu no Kwait, foi ainda muito pequeno para a Inglaterra, onde se formou em computação. Depois de umas férias na Tanzânia em 2010 passou a ser parado sempre que tentava entrar ou sair na Inglaterra, até ser proibido de viajar ao Kwait, onde iria se casar e tinha arrumado um trabalho. Ele procurou o CAGE pedindo ajuda, mas continuou a ser vigiado e impedido de deixar o país. “Me sinto preso sem estar em uma cela”, disse. Até que um dia ele não foi mais visto e apareceu nos vídeos do ISIS.”

O BRICS é muito mais que um acrônimo criado pelo Goldman Sachs

O BRICS vai além de um conceito meramente econômico/financeiro e reflete, na realidade, um bloco que almeja a pró-atividade na reformulação do tabuleiro geopolítico, visto que consideram “que a correlação de forças no mundo não corresponde mais aos arranjos de poder e de instituições forjados ao final da II Guerra Mundial.” Entrevista com Diego Pautasso.  Por Rennan Martins | Vila Velha, 10/11/2015

Entrevista do Papa Francisco à Rádio Renascença

A entrevista do Papa Francisco à jornalista Aura Miguel* da Rádio Renascença de Lisboa, abaixo transcrita pode ser ouvida aqui: Rádio Renascença “Eu sou filho de emigrantes e pertenço à onda migrante do ano 29. Mas na Argentina, desde o ano 84 (1884), começaram a chegar italianos, espanhóis… portugueses, não sei quando chegou a primeira onda portuguesa; vinham sobretudo destes três países.”

QUANDO OS OCEANOS CHORAM UM MENINO…

Triste Poema Historial Contemporâneo  – (Somos Todos Aylan Kurdi!) “Toda história é remorso” – Carlos Drummond de Andrade                                                                       Para o Menino Sírio Aylan Kurdi, In Memoriam

Quem é responsável pela crise de refugiados na Europa?

Bill Van Auken – Global Research – Foto: The U.S Army / Flickr “A crise é o trágico subproduto de uma política criminosa de guerras e de intervenções para mudança de regime, implementadas pelos EUA e pela Europa ao longo de quase 25 anos.”

O mito da intervenção humanitária

Desde 2011 foram alocados cerca de US$ 16 bilhões em ‘ajuda militar’ para o conflito Sírio, abastecendo várias facções – inclusive o Estado Islâmico. “Responsabilidade de Proteger” foi uma “norma” internacional proposta pelo Secretário-Geral das Nações Unidas, Kofi Annan, na sequência do genocídio em Ruanda, em 1994, e os assassinatos em massa na Bósnia. O termo fundamentava-se na obrigação que a “comunidade internacional” teria em impedir ou suspender atrocidades em massa mesmo que para isso fosse necessário o uso da força militar.”

Estes não são seres humanos, nossos irmãos e irmãs?

 “A situação dramática do mundo atual e as levas de refugiados vindos dos países mediterrâneos se deve, em grande parte, ao tipo de globalização que ela apoia, pois configura, em termos concretos, uma espécie de ocidentalização tardia do mundo, muito mais que uma verdadeira planetização” critica Leonardo Boff, teólogo, filósofo e escritor.

O PATO E A GALINHA

Europa de hoje não está colhendo mais do que plantou.   Mauro Santayana – 03/09/2015 “As desventuras das autoridades europeias, e o caos humanitário que se instala em suas cidades, em lugares como a Estação Keleti Pu, em Budapeste, e a entrada do Eurotúnel, na França, mostram que a História não tolera equívocos, principalmente quando estes se baseiam no preconceito e na arrogância, cobrando rapidamente a fatura daqueles que os cometeram.”

Zygmunt Bauman, “seus netos continuarão pagando os 30 anos da orgia consumista”

Devolver dinheiro para bancos não pode ser solução para crise, pois é sua continuação, revela Bauman em entrevista a Laura Britt e Petros Panayotídis, do Monitor Mercantil, publicada nesta quinta-feira (20). “A metade do problema é o excessivo consumismo, o esbanjamento que predomina. E é por isso mesmo que nenhum provável partido de poder não promete aos seus eleitores que combaterá o consumismo”, continua o sociólogo polonês, vice-reitor da London School of Economics, que se define um pessimista a curto prazo em relação ao futuro da sociedade.

Crise: pré-sal, Irã e juros azedaram relação com EUA, diz professor da UFAB

Giorgio Romano Schutte, professor de Relações Internacionais da Federal do ABC, fala sobre crise brasileira e interesses estrangeiros. Iniciativas brasileiras desagradaram a comunidade financeira internacional. E setores políticos internos, observando os ventos que vinham de fora, acharam que era hora de tentar derrubar Dilma. A opinião é do holandês Giorgio Romano Schutte. Ele veio ao Brasil no início da década de 1990, para fazer intercâmbio com o movimento sindical brasileiro. Aqui constituiu família e continuou estudando, tornando-se doutor em Sociologia e especialista em Economia Política Internacional.