Moniz Bandeira denuncia apoio dos EUA a golpe no Brasil

Moniz Bandeira: Bases na Argentina fazem parte do cerco dos EUA ao Brasil; só militares podem evitar ataques à soberania que visam submarino nuclear e acordo dos caças. 15/06/2016 O cientista político e historiador Luiz Alberto de Vianna Moniz Bandeira alertou nesta terça-feira (14) que por trás do processo golpista no Brasil, que levou à ascensão do presidente interino Michel Temer no lugar da presidenta legítima Dilma Rousseff, há poderosos interesses dos Estados Unidos, para ampliar sua presença econômica e geopolítica na América do Sul. Moniz Bandeira

A bomba atômica e os jogos olímpicos

         Leonardo Boff – 11/06/2016  No exato momento em que no dia 6 de agosto de 2016 às 20.00 horas se inaugurarão os Jogos Olímpicos no Rio de Janeiro, há 71 anos, no mesmo  dia 6 de agosto de 1945 e na mesma hora correspondendo às 8.15 da manhã, será recordada em Hiroshima no Japão, a nefasta data do lançamento da bomba atômica sobre a cidade. Vitimou 242.437 pessoas entre as que morreram na hora e as que posteriormente vieram a falecer em consequência da radiação nuclear.

Golpe no Brasil: a conexão internacional

Como fundações norte-americanas financiaram grupos como o MBL, que dizem agir “pelo bem do Brasil”. Os encontros de Aloysio Nunes em Washington, e a visita de Temer ao cônsul geral dos EUA    –   Por:  Pedro Marin    Foto: Thomas Shannon, com quem senador Aloysio se encontrou nos USA logo após o impeachment na Câmara.   “Fundada em 1981 com objetivo de “promover políticas econômicas do livre mercado pelo mundo”, a Atlas é um think-tank que financia declaradamente as atividades da direita em mais de 90 países.  Com um orçamento anual de US$ 11,5 milhões, ela atua patrocinando a formação de quadros neoliberais. Como a legislação dos EUA impede que essas entidades financiem agitações políticas mundo afora, cada movimento é amparado por “institutos de formação”, que estão liberados para receber os recursos.”

A crise brasileira e a geopolítica mundial

O Brasil é o principal atingido e o impedimento da presidenta Dilma é apenas um capítulo de uma estratégia global, especialmente das grandes corporações e pelo sistema financeiro articulado com os governos centrais. Leonardo Boff – 20/04/2016 “Seria ingenuidade imaginar que não há interesses internacionais e geopolíticos de norte-americanos, russos, venezuelanos, árabes. Só haveria mudança na Petrobras se houvesse nova eleição e o PSDB ganhasse de novo. Nesse caso, se acabaria o monopólio de exploração, as regras mudariam. O impeachment interessa às forças que querem mudanças na Petrobrás: grandes companhias de petróleo, agentes internacionais que têm a ganhar com a saída da Petrobrás da exploração de Petróleo. Parte desses agentes quer tirar Dilma “.

Por que Aloysio Nunes foi aos EUA às pressas?

Por Glenn Greenwald, Andrew Fishman e David Miranda, no The Intercept – 18 de abril de 2016 Foto: O Senador Aloysio Nunes (esquerda) com o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (direita) e o Senador José Serra. Horas após o impeachment, senador tucano embarcou para agenda desconhecida em Washington. Além de histórico de intervenções, país está de olho no pré-sal

Desafios de futuro à revolução cubana

Frei Betto – 31/03/016 Com a abertura do mercado cubano a investimentos estrangeiros, os EUA, que raciocinam em cifrões, não querem ficar atrás da União Europeia, do Canadá, do México, do Brasil e da Colômbia, que selam importantes parcerias com a Ilha revolucionária. “Em vez de isolar Cuba, estamos isolando somente o nosso país, com políticas ultrapassadas”, disseram em carta a Obama os parlamentares estadunidenses Patrick Leahy (democrata) e Jeff Flake (republicano) ao retornarem de Havana.

Cúpula Mundial Humanitária 2016

  Abílio Louro de Carvalho – 28/03/2016 No passado mês  de janeiro a OXFAM publicou um relatório de cujas conclusões se destacam as seguintes: – A riqueza acumulada pelo grupo dos mais ricos, que representa 1% da população mundial, equivale à riqueza (aos bens) dos restantes 11% da população mundial; – As 62 pessoas mais ricas do mundo têm o mesmo em riqueza que toda a metade mais pobre da população global.

Quem é o inimigo?

by Milly   –   “Fazendo uso da distância histórica que hoje temos de Hitler fica fácil saber quem, entre nós, teria se juntado a ele nos anos 30. É apenas assustador ver vizinhos que até ontem pareciam cordiais e educados fazendo eco a discursos fascistas como os de Trump e sua patota republicana, Marie Le Pen e sua gangue separatista, Alckmin e sua turma de machos-alfa.”

A ordem internacional perpetua a exclusão dos 99%. Até quando?

 Novo relatório de organização inglesa revela que 62 pessoas concentram a mesma riqueza que os 3,6 bilhões mais pobres do mundo. Desde 2000, a população mais pobre recebe apenas 1% do aumento da riqueza. Para o 1% mais rico, a fatia é de 50% Karen Honório, Grupo de Reflexão sobre Relações Internacionais e publicado: Carta Capital 04-02-2016.