Silêncio e oração: Papa visita Auschwitz e Birkenau
Sem discursos, Papa se deteve em oração em Auschwitz e Birkenau, maiores campos de extermínio durante o regime nazista 29/07/2016, Rádio Vaticano O Papa Francisco visitou nesta terça-feira, 29, os campos de extermínio de Auschwitz e Birkenau, na Polônia. Fazendo uma pausa no clima de festa por ocasião da Jornada Mundial da Juventude, Francisco refletiu, em silêncio e oração, o sofrimento humano, recordando tantas vidas tiradas nesses campos no regime nazista.
O silêncio de Auschwitz
Abraham Skorka – 26/07/2016 “L’Osservatore Romano” Na nossa última conversa, o Papa Francisco disse-me que na sua visita a Auschwitz escolheu expressar-se por meio do silêncio. Talvez porque tudo o que ele tinha a dizer já o disse na sua mensagem no Yad Vashema, em Jerusalém, e nas palavras que trocamos no nosso encontro em Buenos Aires, retomadas depois no livro ‘Sobre o céu e terra’ (2010)b.
Francisco persiste em evocar o “genocídio” infligido ao povo arménio
Abílio Louro de Carvalho – 26/06/2016 “Aquela tragédia, aquele genocídio, marcou o início, infelizmente, do triste elenco das imensas catástrofes do século passado, tornadas possíveis por aberrantes motivações raciais, ideológicas ou religiosas, que ofuscaram a mente dos verdugos até ao ponto de se prefixarem o intuito de aniquilar povos inteiros.
A bomba atômica e os jogos olímpicos
Leonardo Boff – 11/06/2016 No exato momento em que no dia 6 de agosto de 2016 às 20.00 horas se inaugurarão os Jogos Olímpicos no Rio de Janeiro, há 71 anos, no mesmo dia 6 de agosto de 1945 e na mesma hora correspondendo às 8.15 da manhã, será recordada em Hiroshima no Japão, a nefasta data do lançamento da bomba atômica sobre a cidade. Vitimou 242.437 pessoas entre as que morreram na hora e as que posteriormente vieram a falecer em consequência da radiação nuclear.
Parlamento Europeu vota por unanimidade “resolução” em que se acusa o “Estado Islâmico” de genocídio dos cristãos
Além do auto-proclamado “Estado Islâmico”, o Parlamento Europeu classifica neste documento como “grupos terroristas” as organizações jihadistas Al-Qaeda e al-Nusra. “No texto, os parlamentares destacam as violações generalizadas cometidas na Síria e no Iraque contra cristãos e outras minorias étnicas e religiosas, como os yazidis, os turcomanos e comunidades xiitas, por exemplo, vítimas de “matanças, conversões forçadas, sequestros, escravidão de mulheres e crianças, recrutamento de crianças para atentados suicidas, abuso e tortura sexual e física”.”
QUANDO OS OCEANOS CHORAM UM MENINO…
Triste Poema Historial Contemporâneo – (Somos Todos Aylan Kurdi!) “Toda história é remorso” – Carlos Drummond de Andrade Para o Menino Sírio Aylan Kurdi, In Memoriam
‘Vamos permanecer, nem que queiram matar todos’, diz líder indígena
Depois de dez anos de impasse sobre a demarcação de terras indígenas na fronteira entre Brasil e Paraguai, no Mato Grosso do Sul, a tensão voltou a se elevar na região e resultou no assassinato de um índio no sábado. Mariana Schreiber – Da BBC Brasil em Brasília
PEC-71 e a estratégia de acréscimo aos direitos dos não índios
“A Proposta de Emenda à Constituição – PEC-71 requer um grau de entendimento mais aprofundado e ponderado”, afirma o pesquisador do Instituto Socioambiental – ISA. O provável engavetamento da Proposta de Emenda à Constituição – PEC-215, que propõe que o Congresso Nacional decida sobre a demarcação das terras indígenas e a ratificação das demarcações já homologadas, trouxe à tona a possibilidade de aprovação da Proposta de Emenda à Constituição – PEC-71, que pretende “estender o direito de indenização a proprietários que tivessem títulos incidentes nas áreas indígenas demarcadas ao longo desse período”.
Após 70 anos, bomba ainda mata no Japão
Sete décadas depois de ser alvo de um ataque atômico, os moradores de Hiroshima continuam sob tratamento em razão da radioatividade e do impacto da bomba que devastou a cidade em um dos últimos episódios da 2.ª Guerra. Clique e veja: https://youtu.be/1_GvcQTNEJE
Boko Haram: Brutalidade inominável
“…o islamismo tem mudado muito nas últimas três décadas no norte da Nigéria e dos Camarões. Essa mudança pode ser atribuída à influência de correntes islâmicas salafistas e wahabitas, que são promovidas e apoiadas pela Arábia Saudita e mais recentemente, também pelo Qatar. Como resultado, mais e mais estudantes estão sendo enviados para estudar na Arábia Saudita, no Sudão e no Níger.”