A tragédia em Mariana é um triste e fiel retrato do mundo atual

   “O rompimento das barragens em Mariana jogou toneladas de lama e de rejeitos no Rio Doce, a bacia hidrográfica mais importante da região Sudeste do país. A Samarco diz que esses rejeitos não fazem mal a saúde, a imprensa escreve o que a Samarco diz e seria hora de nos perguntarmos se a Samarco é que deve que ser a fonte para a informação. Por que não interessa à imprensa corporativa ir atrás de outras fontes? Basta escutar o que a Samarco diz a respeito da segurança em relação à saúde pública?”

Por 8 votos a 3, STF proíbe doações de empresas a políticos

 Fim de doações de empresas já vale para 2016 Do UOL, em São Paulo – 17/09/2015 “Nas eleições de 2014, 70% do dinheiro arrecadado por partidos e candidatos veio de empresas. Pela lei atual, pessoas jurídicas poderiam doar até 2% do faturamento bruto do ano anterior ao das eleições. Pessoas físicas também podem fazer doações, no limite de 10% de seu rendimento. Essa possibilidade foi mantida pelo STF.”

A confiança do Papa nos políticos jovens e outras questões

 “O que eu disse em Estrasburgo, pensei muito antes de o dizer. Ou seja, volto a repetir um pouco isso: a Europa ainda não morreu. Está meia-avozinha, mas pode voltar a ser mãe. E eu tenho confiança nos políticos jovens. Os políticos jovens tocam outra música. Há um problema mundial, que afeta não só a Europa, mas o mundo inteiro, que é o problema da corrupção. A corrupção a todos os níveis… e isso também revela um baixo nível moral, não é?”

“É contraditório cortar gastos e elevar juros numa economia em recessão”.

 “Vejo a crise econômica se aprofundar devido à crise política que dificulta as iniciativas do governo em busca de uma saída para os problemas”, constata o economista. Entrevista especial Gentil Corazza 11/09/2015 – Imagem: Jornal GGN Uma série de fatores combinados explicam as causas da crise econômica brasileira, mas todos eles estão envolvidos num mesmo pano de fundo: a crise política, diz Gentil Corazza em entrevista concedida por e-mail à IHU On-Line.

‘Pela primeira vez no Brasil, temos gente rica assustada’

Sócio majoritário do conglomerado Semco Partners e ex-professor de Harvard e do Massachusetts Institute of Technology (MIT), Ricardo Semler tornou-se um dos empresários brasileiros mais conhecidos no exterior nos anos 90 por aplicar em sua empresa princípios gerenciais que ficaram conhecidos como ‘democracia corporativa’.

Carf: maiores devedores contestam R$ 357 bilhões em dívidas com a União

“As investigações da Zelotes colocam sob suspeita mais de 70 empresários, companhias e entidades. Além da Mitsubishi, estão no foco da Polícia Federal, por exemplo, Petrobras, Embraer, Partido Progressista (PP) e instituições financeiras como Bradesco, Santander, Safra e Boston Negócios – cada um com seu grau de suspeita ou apenas com “elementos consideráveis de irregularidade”, destaca a PF.”

Zygmunt Bauman, “seus netos continuarão pagando os 30 anos da orgia consumista”

Devolver dinheiro para bancos não pode ser solução para crise, pois é sua continuação, revela Bauman em entrevista a Laura Britt e Petros Panayotídis, do Monitor Mercantil, publicada nesta quinta-feira (20). “A metade do problema é o excessivo consumismo, o esbanjamento que predomina. E é por isso mesmo que nenhum provável partido de poder não promete aos seus eleitores que combaterá o consumismo”, continua o sociólogo polonês, vice-reitor da London School of Economics, que se define um pessimista a curto prazo em relação ao futuro da sociedade.

  O que pode estar escondido sob a crise econômica do Brasil

O Brasil vive uma crise grave que, segundo diversos analistas, é mais política do que econômica. Por isso mesmo é mais difícil de resolver, embora o país seja rico em recursos naturais, matérias-primas e capacidade criativa. E não está quebrado como a Grécia e a Venezuela.

Falta algo no conteúdo ético das dez medidas anticorrupção

“Para se enfrentar tumores jurídicos criados pelo nosso sistema socioeconômico, com o objetivo de fazer passar o falso pelo verdadeiro, o mal pelo bem, o vício pela virtude, o errado pelo certo, a Procuradoria da República poderia ter avançado mais, salvo melhor juízo”, defende em artigo Jacques Távora Alfonsin, procurador aposentado do estado do Rio Grande do Sul e membro da ONG Acesso, Cidadania  e Direitos Humanos.