“A escravidão venceu no Brasil. Nunca foi abolida”

Fome, secas, epidemias, matanças: a Terra aproxima-se do apocalipse. Talvez daqui a 50 anos nem faça sentido falar em Brasil, como Estado-nação. Entretanto, há que resistir ao avanço do capitalismo. As redes sociais são uma nova hipótese de insurreição. Presente, passado e futuro, segundo um dos maiores pensadores brasileiros.

Marco Civil da Internet

“O Marco Civil da Internet era um projeto reverenciado no mundo todo: várias organizações internacionais achavam o texto espetacular, uma proposta incrível, e aí nossos parlamentares conseguiram estragar o projeto”, lamenta o publicitário.

“No Brasil é a sociedade que serve ao Estado e não o oposto”

 O antropólogo Roberto Da Matta critica a política e analisa o que faz o país ser visto com bons olhos no exterior Roberto Da Matta (Niterói, 1936), um dos principais antropólogos brasileiros, analisa o momento pelo qual o país atravessa neste ano eleitoral. O autor de, entre outras obras fundamentais, O que é o Brasil?, A casa e a rua: espaço, cidadania, mulher e morte no Brasil ouA bola corre mais que os homens: duas Copas.

Coca-Cola é assim

“Obrigado por compartilhar felicidade”, nos diz o último anúncio da Coca-Cola, entretanto olhando de perto parece que a Coca-Cola de felicidade compartilha bem pouco.

Argumentos para continuar protestando contra a Copa do Mundo no Brasil

 “Após a primeira grande manifestação do ano contra a Copa do Mundo no Brasil, ganhou corpo na internet uma campanha orquestrada para desqualificar os que criticam a realização do megaevento”, escreve Comitê Popular da Copa de São Paulo, em artigo publicado por Carta Capital, 04-02-2014.

A cidadania e a pluralidade na informação

Li, aqui no DR, um comentário formulado a propósito de artigo de um dos meus colegas colunistas, em que um leitor se diz totalmente refratário a levar em consideração tudo o que vem, sob a forma de notícia, das Organizações Globo.

85 ricos somam tanto dinheiro quanto 3,5 bilhões de pobres no mundo

A concentração em massa dos recursos econômicos nas mãos de poucos abre uma brecha que supõe uma grande ameaça para os sistemas políticos e econômicos inclusivos, porque favorece poucos em detrimento da maioria. De modo que para lutar contra a pobreza é básico abordar a desigualdade.