Novos relatos apontam que base militar no AP esconde cemitério com desaparecidos do Araguaia
99 Carlos Madeiro – Colaboração para o UOL, em Maceió – 20/05/2018 Foto: Serviço Nacional de Informações/Arquivo Nacional: Guerrilheira Maria Lúcia, do PCdoB, foi morta e é um das desaparecidas no conflito Relatos colhidos pela Comissão Estadual da Verdade do Amapá apontam para um local onde estariam restos mortais de desaparecidos da guerrilha do Araguaia nos anos 1970. Segundo depoimentos, mortos na Ditadura Militar (1964-1985) teriam sido enterrados em um cemitério clandestino dentro de uma base militar no município de Oiapoque (600 km de Macapá), já na fronteira com a Guiana Francesa.
Mudança na Constituição torna Xi o líder mais poderoso desde Mao
Há alguma objeção à proposta?, perguntou-se no encerramento dos trabalhos do 19º Congresso. “Nenhuma!”, gritaram os mais de 2000 delegados, confirmando consagração do Presidente chinês. Rita Siza – 24/10/2017 Foto: O Presidente da China vai ter o nome inscrito na Constituição do Partido Comunista – LUSA/WU HONG O nome e pensamento político do Presidente da China, Xi Jinping, serão inscritos na Constituição do Partido Comunista Chinês para que a sua ideologia seja estudada pelos 89 milhões de militantes, e muitos outros milhões de chineses.
A globalização chinesa
A globalização chinesa está a marcar o rumo do século XXI. Vai levantar questões críticas na economia e política internacional. José Pedro Teixeira Fernandes – 7 /02/2017 “A falta de visão de longo prazo das democracias ocidentais ajudou a criar o mais poderoso rival que alguma vez tiveram na história. A China, com a sua bem-sucedida combinação de autoritarismo com capitalismo, é, cada vez mais, um modelo a replicar. Azar da democracia. Azar dos direitos humanos. Os mercados e os negócios estão primeiro.”
Marxistas, comunistas, anarquistas: uma reflexão após a vitória de Trump nas eleições americanas.
Eduardo Hoornaert – 14/11/2016. 1. Agora que Trump ganhou as eleições para presidente dos Estados Unidos, o quadro das referências políticas fica mais baralhado que nunca. Isso ficou claro na semana passada, quando dois ícones do pensamento da esquerda mundial, o americano Noam Chomsky e o esloveno Slavoj Zizek (FOTO), divergiram em sua avaliação do significado político dessa eleição. O primeiro declarou que, qualquer que seja o resultado das urnas, Trump é ‘um perigo’. O segundo, pelo contrário, perguntado por quem votaria se fosse americano, respondeu sem pestanejar: ‘por Trump’.