“América Latina caminha para o enfraquecimento e a desintegração”. Entrevista com Juan Tokatlian
Nueva Sociedad – 16 Fevereiro 2019 “A Colômbia está notoriamente alinhada com Washington e isso não mudará. O interessante, em todo caso, é que muitas capitais – Buenos Aires, Brasília, Santiago, Lima, entre outras – parecem, na presente conjuntura e a sua maneira, mais dispostas a seguir os passos de Bogotá e a depositar nos Estados Unidos sua visão diplomática preferida. Será necessário avaliar os resultados disto para o bem-estar material, a segurança nacional e a autonomia internacional das sociedades da região. E esse é outro capítulo que deve ter um acompanhamento rigoroso e sistemático. Somos uma região à deriva nos assuntos globais e isso é perigoso… para nós”, reflete o analista político argentino Juan Gabriel Tokatlian, professor da Universidade Torcuato Di Tella e especialista em relações internacionais, em entrevista na qual analisa a conjuntura latino-americana e os novos cenários. A entrevista é publicada por Nueva Sociedad e reproduzida por CPAL Social, 13-02-2019. A tradução é do Cepat.
O Papa Francisco na Colômbia
Eduardo Hoornaert 08/09/2017 A viagem do Papa Francisco à Colômbia é uma ocasião para se rever a posição do evangelho de Jesus de Nazaré diante da espinhosa questão da violência. Efetivamente, durante sua estadia no país, o Papa, antes de se apresentar como líder da Igreja católica, se revela como pacificador de uma nação tragicamente dividida entre vítimas e vitimários.
OS QUE NÃO QUEREM O PAPA NA COLÔMBIA.
Luis Badilla – Cidade do Vaticano – 06/09/2017 Setores de direita acusam-no de apoiar com a sua viagem “a paz de Santos”. Mas o que começou é a paz de todos os colombianos Postado em 6/09/2017 por Alver Metalli Contrários e indecisos …
Papa pede aos colombianos que resistam à “tentação de vingança”
PÚBLICO – 7 de setembro de 2017 Foto: O Papa à chegada a Bogotá, com o Presidente Juan Manuel Santos – STEFANO RELLANDINI/REUTERS Francisco chegou a Bogotá para tentar pacificar a sociedade civil depois do acordo entre o Governo e os guerrilheiros das FARC. Num discurso perante os líderes políticos disse que “as desigualdades são a raiz das doenças sociais”.