A força de Xi Jinping e a busca chinesa pela liderança global no século XXI

José Eustáquio Diniz Alves – 17 Janeiro 2019 Foto: Wikipedia  “Toda esta estratégia chinesa para alcançar a paridade ou superar os Estados Unidos como a superpotência global depende de dois fatores básicos: 1) altas taxas de poupança e investimento e 2) superávits comerciais e em conta-corrente como fonte de recursos para ampliar a presença no mundo”, escreve José Eustáquio Diniz Alves, doutor em demografia e professor titular do mestrado e doutorado em População, Território e Estatísticas Públicas da Escola Nacional de Ciências Estatísticas – ENCE/IBGE, em artigo publicado por EcoDebate, 16-01-2019.

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  O «amigo chinês» ajuda, mas também cobra   JOSÉ VIEIRA, Missionário comboniano – Dezembro de 2018  Foto: Daqui – Chineses em cima, africanos em baixo. A presença maciça de chineses no continente está a mudar o modo como a ajuda de Pequim é percebida pelo cidadão comum. Os chineses são vistos como competidores privilegiados na economia local, desde a produção até ao retalho, legal e ilegalmente, e misturam-se com as máfias autóctones. Junta-se ainda a questão do racismo de que se queixam os quenianos que trabalham para os chineses na ligação ferroviária entre Nairobi e Mombaça.