Aliados desafiam EUA a mostrar plano de paz
MÉDIO ORIENTE Público – 8/12/2017 Foto: Sessão do Conselho de Segurança da ONU Questão de Jerusalém foi discutida na ONU a pedido de aliados ocidentais. Washington critica “ataques injustos” a Israel.
Por que este é o momento mais perigoso para a humanidade?
As mudanças climáticas e a guerra nuclear são as maiores ameaças a serem enfrentadas em meados do século Javier Salas – 6 NOV 2017 – Imagem do filme ‘Mad Max: Fúria na estrada‘. Warner Bros “Poucos se dão conta de que a ameaça de um holocausto nuclear é muito maior hoje do que foi durante a maior parte da Guerra Fria. E o negacionismo climático continua sendo inaceitavelmente generalizado, em especial entre os republicanos nos Estados Unidos”, acrescenta Torres. Para este especialista, um dos maiores desafios é encontrar a maneira de não paralisar a população ao difundir o que disse recentemente Stephen Hawkings: que este é o momento mais perigoso da história da humanidade.
EUA tentam explicar oposição a resolução contra a pena de morte para homossexuais
PÚBLICO – 4 de Outubro de 2017 Foto: Ativistas da Amnistia International protestam contra a pena de morte nos EUA/ REUTERS / TONY GENTILE Washington votou contra uma resolução que condenava explicitamente, pela primeira vez, a punição da homossexualidade com a pena de morte. O documento, no entanto, tinha um alcance mais vasto.
Coreia do Norte não quer “iniciar conversações sobre desnuclearização”, diz EUA
PÚBLICO – 30/09/2017 Foto: Rex Tillerson com Xi Jinping – LINTAO ZHANG/EPA A linha de comunicação entre os Estados Unidos e a Coreia do Norte era para saber se havia margem, em Pyongyang, para conversações destinadas a arrancar de Kim Jong-un um compromisso para pôr fim aos programas de armamento.
Coreia do Norte e EUA divergem e as consequências são imprevisíveis
Abílio Louro de Cravalho Imagem: Ufosonline – 22/09/2017 Ontem, dia 21 de setembro, Donald Trump anunciou novo conjunto de medidas contra o regime norte-coreano, entre as quais sobressaem as ordens emanadas da Casa Branca a várias instituições financeiras para acabarem com ligações à Coreia do Norte.
Até onde vai Guterres conseguir levar a ONU?
Na sua primeira Assembleia Geral, espera-se que secretário-geral da ONU faça um discurso com “conteúdo programático” e aborde a sua primeira grande proposta de reforma para “criar eficácia” na organização. Bárbara Reis 18/09/2017 Foto: Reuters/Denis Balibouse /Reuters Incapaz, por definição, de resolver sozinho os problemas do mundo ou da própria ONU, o novo secretário-geral António Guterres acaba de apresentar uma proposta ambiciosa para reformar o Pilar da Paz e Segurança das Nações Unidas, um dos três braços da organização, e que é objecto de um intenso debate interno desde o final dos anos 1990.
Distopia 2050
John Feffer – 18/08/17 Começou há 33 anos. O monstro pedia mais combustíveis fósseis; não fomos capazes de freá-lo. Então, emergiu a AntiPolítica. Parece tão distante… agora, as crianças já não podem compreender o que eram países, ou sociedades John Feffer é autor da novela distópica “Spllinterlands”. É diretor do Foreign Policy in focus no Instituto para Estudos Políticos [Institute for Policy]
Desde janeiro, a presidência dos EUA é teológica e moralmente “sede vacante”. Artigo de Massimo Faggioli
Massimo Faggioli -17/08/17 – Foto Ansa “Salvo surpresas provenientes das investigações sobre as interferências russas, a Casa Branca está ocupada por um presidente que foi eleito de modo legal. Mas, teológica e moralmente, a presidência estadunidense, desde janeiro, é ‘sede vacante’.” Opinião do historiador italiano Massimo Faggioli, professor de História do Cristianismo da Villanova University, nos Estados Unidos, em artigo publicado por L’Huffington Post, 17-08-2017.
Fazer guerra ou aprender a coexistir com “Kim nuclear”?
Jorge Almeida Fernandes -10 de agosto de 2017 – Foto: Montagem da internet A escalada verbal, sobretudo quando envolve a ameaça, é perigosa porque pode provocar “erros de cálculo” no adversário e precipitar um conflito aberto. A crise do nuclear norte-coreano parece sempre no mesmo estado. Do ponto de vista americano, “o status quo é insustentável” mas “não há boas opções”, nem diplomáticas nem militares. Entretanto, há dois fatores que se agudizaram e que podem vir a criar um novo quadro ou dar lugar a uma involuntária escalada.
Trump deve retirar EUA do acordo sobre mudanças climáticas
Jan Martínez Ahrens –01/06/17 – Foto: REUTERS/ Alessandro Bianchi A balança está a ponto de se inclinar. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, decidiu retirar o país do Acordo de Paris sobre Mudanças Climáticas, segundo vários veículos de comunicação norte-americanos. A medida, que não foi confirmada oficialmente pela Casa Branca, significaria muito mais do que a ruptura de um pacto e a dissolução do legado de Barack Obama: a saída consumaria o triunfo do isolacionismo e o avanço da ala mais radical da Casa Branca.