Teólogo e ativista sócio-político-religioso brasileiro vê os incêndios na Amazônia como “apocalípticos, dantescos”

  Inés San Martín – 26 de agosto de 2019 Tradução: Orlando Almeida Nuvens de fumaça perto de Humaitá, no Brasil, durante um incêndio na floresta pluvial da Amazônia, em 17 de agosto de 2019. Em 22 de agosto,líderes do Conselho Episcopal Latino-Americano pediram uma ação internacional para salvar a floresta enquanto os incêndios continuavam a alastrar-se.   (Crédito: foto do CNS / Ueslei Marcelino, Reuters.)

Semana no meio-ambiente: garantir o futuro da vida e da Terra

Leonardo Boff – 08 Junho 2019 Foto: Floresta Amazônica / Estudo prático “Esse debate está ainda em curso. O futuro aponta para a segunda visão, a de olhar a Terra como Gaia,  Pachamama, Grande Mãe e Casa Comum.  Lentamente vamos tomando consciência de que somos natureza e defendê-la significa defender a nós mesmos e a nossa própria vida. Caso contrário, a primeira visão, a Terra e natureza como baú de “recursos infinitos”, nos poderá levar a um caminho sem retorno”, escreve Leonardo Boff, eco-teólogo, filósofo e escritor.

Os sentidos da rebelião francesa

  Umair Haque – 13/12/2018 Foto: Jornal O Globo Governo Macron recua e entra em crise. Mas as revoltas vão se espalhar e exigem saídas novas. Uma delas: resgatar os cidadãos, emitindo e distribuindo dinheiro. O artigo é de Umair Haque, Diretor do Havas Media Labs e autor de “Betterness: Economics for Humans” e “The New Capitalist Manifesto: Building a Disruptively Better Business“, publicado por Outras Palavras, 11-12-2018. A tradução é de Marianna Braghini.

Não há santos no G-20

Maxime Combes – 06 Dezembro 2018 O encontro G20 conta com a presença das 19 maiores economias do mundo e a União Europeia /Stefan Rousseau – WPA Pool/Getty Images Trump é, sem dúvida, o mais bizarro. Mas ao defenderem a globalização corporativa, os governantes do grupo, em seu conjunto, tramam o desastre climático. O artigo é de Maxime Combes, publicado por Outras Palavras, 04-12-2018. A tradução é de Felipe Calabrez.

Trump nega o impacto da mudança climática menosprezando um relatório de mais de mil páginas, obra de 300 cientistas

Página 12 – 29/11/2018 Novembro 20 Foto: Carta Maior/Wikimedia Commons  O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, contestou o recente relatório de seu governo ao afirmar que não acredita que a mudança climática possa ter um impacto negativo na economia desse país, nas próximas décadas. “Não acredito”. Com essas palavras, o presidente menosprezou o relatório de mais de mil páginas, publicado na última sexta-feira, e no qual trabalharam 300 cientistas. A reportagem é publicada por Página/12, 28-11-2018. A tradução é do Cepat.

Referência no exterior, Brasil não faz dever de casa na área ambiental

  Daniele Bragança – 17 Novembro 2018 Foto: Parque Nacional da Tijuca, no Rio. /  Peterson de Almeida/Wikipédia.  O país que guarda a maior biodiversidade do mundo vive uma dualidade: por um lado é protagonista nos acordos ambientais internacionais, com posição de destaque nas mesas de negociações e referência para outros países. Por outro, possui uma estrutura governamental frágil para atender aos desafios de gerir tamanho patrimônio. A reportagem é de Daniele Bragança, publicada por ((o)) eco, 11-11-2018.

Escolha de Ernesto Araújo para chanceler põe em risco liderança ambiental brasileira

Observatório do Clima – 16 Novembro 2018  “É estarrecedora a escolha do embaixador Ernesto Araújo como ministro de Relações Exteriores. Sua nomeação contraria uma longa tradição da política externa brasileira e traz o risco de tornar o Brasil um anão diplomático e um pária global. O radicalismo ideológico manifesto nos escritos do futuro ministro cria, ainda, uma ameaça para o planeta, ao negar a mudança do clima e, presumivelmente, os esforços internacionais para combatê-la”, afirma a nota da coordenação do Observatório do Clima, 15-11-2018.

Com Trump tempos dramáticos nos esperam

Leonardo Boff – 30/06/2018 . Foto: IHU   “Como será o destino da humanidade, entregue a um narcisista deste jaez, cujo paralelo só se encontra em Nero que se divertia assistindo o incêndio de Roma, com a diferença de que agora não se trata de um incêndio qualquer mas da inteira Casa Comum. Como é imprevisível e a toda hora pode mudar de posição, assistimos, assustados e estarrecidos, quais serão os futuros passos”, escreve Leonardo Boff, teólogo, filósofo e escritor.

Terá a Alemanha novas eleições legislativas?

Todos os partidos alemães são pró-Europa, mas não se entendem em tudo o resto. Abílio Louro de Carvalho Ou Angela Merkel aceita chefiar um governo minoritário, o que ela não quer, ou sujeitará o país a novas eleições, que os Verdes dizem que ocorrerão na primavera. O calendário torna-se cada vez mais apertado e as opções estreitam. Depois de os socialdemocratas do SPD, liderados por Martin Schulz, se terem excluído do habitual, desejável e expectável acordo de coligação com a CDU de Merkel, tudo parece sair gorado à chanceler, que procura cumprir enfraquecida o seu 4.º mandato à frente do executivo.

Por que este é o momento mais perigoso para a humanidade?

As mudanças climáticas e a guerra nuclear são as maiores ameaças a serem enfrentadas em meados do século  Javier Salas – 6 NOV 2017    – Imagem do filme ‘Mad Max: Fúria na estrada‘. Warner Bros  “Poucos se dão conta de que a ameaça de um holocausto nuclear é muito maior hoje do que foi durante a maior parte da Guerra Fria. E o negacionismo climático continua sendo inaceitavelmente generalizado, em especial entre os republicanos nos Estados Unidos”, acrescenta Torres. Para este especialista, um dos maiores desafios é encontrar a maneira de não paralisar a população ao difundir o que disse recentemente Stephen Hawkings: que este é o momento mais perigoso da história da humanidade.