Onde está o nó da questão ecológica (I)?

Leonardo Boff – Estamos acostumados ao discurso ambientalista genralizado pela mídia e pela consciência coletiva. Mas importa reconhecer que restringir a ecologia ao ambientalismo é incidir em grave reducionismo. Não basta uma produção de baixo carbono mas mantendo a mesma atitude de exploração irresponsável dos bens e serviços da natureza. Seria como limar os dentes de um lobo com a ilusão de tirar a ferocidade dele. Sua ferocidade reside em sua natureza e não nos dentes.

Se conhecêssemos os sonhos do homem branco

Leonardo Boff*  –  O capitalismo realizou agora o seu sonho possivelmente o derradeiro de sua já longa história. Atingiu o teto extremo. E depois do teto? Ninguém sabe.

A Executiva Nacional do PT e a ausência da consciência ecológica

  Leonardo Boff   –   “Estamos jogando uma roleta russa com o revolver apontando para a geração de nossos filhos e netos” (Andrew C. Revkin, em New York Times, 28 de março 2009). Com esta temperatura dificilmente a vida que conhecemos subsistirá e a humanidade estará sob grande ameaça em sua sobrevivência.”

Coltan, da mina ao celular

Fonte: http://bit.ly/WCNCsR Quinta, 24 de julho de 2014  Nossas tecnologias contêm minerais que financiam a guerra no Congo. No leste do país encontram-se 80% das reservas mundiais de um deles, o coltan. A Ong navarra Alboan trabalha para regularizar seu comércio internacional. A reportagem é de Iván Benítez e publicada no jornal espanhol Diario de Navarra, 29-06-2014. A tradução é de André Langer.

A gestão dos recursos hídricos, um problema constante

Sábado, 22 de março de 2014 “A gestão dos recursos hídricos no País é um problema frequente e não pontual. O que pouco se fala é que, apesar de o Brasil ser privilegiado na disponibilidade desses recursos – o volume de água doce representa 12% da disponibilidade do planeta – a distribuição é desigual.

MST – um fermento na democratização do Brasil

  “Não foi e não é a legalidade em si que move o MST, mas é a legitimidade da condição de cidadania, entendida como direito igual de todas e todos.”, escreve Cândido Grzybowski, sociólogo e diretor do Ibase, em artigo publicado pelo Canal Ibase, 25-01-2014.